O PODEROSO NÃO POSSO FICAR EM SILÊNCIO ESTÁ FAZENDO O GOOGLE SHAKE
Após este ataque do temível e poderoso comediante Silerian, No vale do Silício, eles estão tremendo. De fato, há muitas grandes incertezas na reabertura da segunda -feira da Bolsa de Valores de Wall Street, onde se espera uma queda drástica nas ações do Google.
– O canto do ridículo –
Autor Editores da ilha de Patmos
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Todos os amantes da comédia grotesca eles conhecem o site de fofocas clericais Eu não posso ficar em silêncio, a pessoa responsável pela qual, como dizemos em Roma, salvar Tudo bem, coijo. Então, se alguém o repreende, nessa altura enviou cartas delirantes aos Dicastérios da Santa Sé, à Conferência Episcopal Italiana, aos bispos diocesanos, à Presidência da República Italiana, ao Ministério da Defesa, ao Parlamento Europeu, nas Nações Unidas, no Pentágono e assim por diante, não deixando de inventar "comunicados de imprensa" escritos por associações inexistentes e publicados em sites estritamente anónimos (cf.. WHO). Todos os, desnecessário dizer, na esperança ou, melhor, na certeza de até ser levado a sério. Mas aqui está a última pérola que extraímos de uma resposta dada em público socialpelo jornalista vaticano Francesco Capozza Tempo:
Depois deste ataque pelo temível e poderoso comediante Silerian, No vale do Silício, eles estão tremendo. De fato, há muitas grandes incertezas na reabertura da segunda -feira da Bolsa de Valores de Wall Street, onde se espera um colapso drástico no mercado de ações do Google.
Silere non Possum deve continuar a existir e viver para nos fazer desfrutar daquele prazer saudável suscitado pelo ridículo tragicômico, porque tem sempre, os melhores comediantes, são aqueles que, sem saber disso, eles se levam muito a sério.
Da ilha de Patmos, 6 setembro 2025
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Nossos artigos anteriores sobre o Banda do Silerian:
– 16 agosto 2025 —NÃO POSSO FICAR EM SILÊNCIO E aquela palavra tabu que ele simplesmente não pode pronunciar: "HOMOSSEXUALIDADE" (Para abrir o artigo Clique WHO)
– 14 agosto 2025 — Há um homossexual? NAQUELA HORA NÃO POSSO FICAR EM SILÊNCIO Também defende o indefensável(Para abrir o artigo Clique WHO)
– 29 Março 2025 — Sempre sobre NÃO POSSO FICAR EM SILÊNCIO: Dal “Homem vertical"A" Fireculo "e" Quadhow "de Leonardo Sciascia (Para abrir o artigo Clique WHO)
– 21 Março 2025 — NÃO POSSO FICAR EM SILÊNCIO E a história dessa costureira convencida de que ele pode dar a Giorgio Armani aulas de alta moda (Para abrir o artigo Clique WHO)
– 12 fevereiro 2025 — O gambá é o conhecimento do Vaticano, pois Henger está em castidade e, como seu falecido marido Riccardo Schicchi está trabalhando Confissões De Santo Agostinho (Para abrir o artigo Clique WHO)
– 15 Janeiro 2025 — NAS FRONTEIRAS CLERICAIS COM A REALIDADE: A MULHER SOFRE DE INVEJA FREUDIANA DO PÊNIS, O gambá da inveja de MATTEO BRUNI DIRETOR DA SALA DE IMPRENSA DA SANTA SÉ(Para abrir o artigo Clique WHO)
– 20 Janeiro 2025 — O gambá ignora que uma freira pode facilmente se tornar governador do estado da cidade do Vaticano, Como já era Giulio Sacchetti(Para abrir o artigo Clique WHO)
– 22 novembro 2024 — A NOMEAÇÃO EPISCOPAL DE RENATO TARANTELLI BACCARI. QUANDO VOCÊ É AFETADO PELO CÂNCER DE FÍGADO, COBRAM NO ATAQUE AQUELES QUE NÃO PODEM FICAR EM SILÊNCIO(Para abrir o artigo Clique WHO)
– 31 Posso 2024 — NOTA DO PADRE ARIEL NO SITE NÃO POSSO FICAR EM SILÊNCIO: «TÃO irritante quanto um ouriço-do-mar dentro da sua cueca» (Para abrir o artigo Clique WHO)
– 8 dezembro 2023 — QUEM É MARCO FELIPE PERFETTI REFERENDO-SE À DECLARAÇÃO DO SITE NÃO POSSO FICAR EM SILÊNCIO «AQUI NO VATICANO… NÓS NO VATICANO…», SE VOCÊ NÃO PODE NEM PÔR OS PÉS NO VATICANO? (Para abrir o artigo Clique WHO)
– 14 Outubro 2023 — O ARCABOT EMÉRITO DE MONTECASSINO PIETRO VITTORELLI MORRE: A PIEDADE CRISTÃ PODE APAGAR A TRISTE VERDADE?(Para abrir o artigo Clique WHO)
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HTTPS://i0.wp.com/isoladipatmos.com/wp-content/uploads/2022/01/faviconbianco150.jpg?FIT = 150,150 & SSL = 1150150Pai de ArielHTTPS://isoladipatmos.com/wp-content/uploads/2022/01/logo724c.pngPai de Ariel2025-09-06 10:56:052025-09-06 11:17:12O poderoso silere não é possível para fazer o Google tremer
QUE O PAPA FRANCISCO DESCOBRIRÁ NARRADO POR ANDREA TORNIELLI
Um elemento-chave sem o qual não seria fácil a leitura realista de uma personalidade e de uma figura complexa como a do homem Jorge Mario Bergoglio: Francisco é o primeiro Romano Pontífice ordenado sacerdote depois do Concílio Vaticano II e por esta razão, ao contrário de seus quatro antecessores, ele não sente necessidade de defender ou justificar este último grande encontro da Igreja.
- Livros e resenhas -
Autor: Jorge Facio Lince Presidente da Editions A ilha de Patmos
Com sua última obra literáriaFrancis. O Papa da misericórdia(Pieme, 2025), Andrea Tornielli oferece aos leitores uma obra que vai além da simples biografia, indo além de certas exaltações mais ou menos hagiográficas das circunstâncias, muitas vezes dedicado às figuras dos Sumos Pontífices.
Em sua narrativa, medido e preciso o autor, que conheceu e frequentou Jorge Mario Bergoglio anos antes de sua eleição ao trono sagrado, oferece uma história direta muito interessante, sem se envolver em histórias ficcionais destinadas a despertar as emoções do público. Uma crônica sóbria, como é o estilo deste autor, capaz de fazer sobressair a dimensão mais autêntica e humana do Romano Pontífice falecido há poucos meses.
Um dos elementos mais interessantes é a reconstrução do tempo decorrido desde o ato de renúncia de Bento XVI até o conclave subsequente. O Autor apresenta ao leitor a atmosfera que pairava entre os cardeais, também dando ao livro um valor histórico, porque documenta com precisão e rigor os dias que antecederam a eleição de Francisco, um trabalho minucioso já feito no passado com suas ricas biografias históricas sobre os Sumos Pontífices do século XX. Seguindo seu estilo já consolidado, No dele Francis. O Papa da misericórdiaoferece uma narrativa linear dos fatos, escolhas, palavras e gestos.
Andrea Tornielli também destaca um elemento chave sem a qual não seria fácil ler realisticamente uma personalidade e uma figura complexa como a do homem Jorge Mario Bergoglio: Francisco é o primeiro Romano Pontífice ordenado sacerdote depois do Concílio Vaticano II e por esta razão, ao contrário de seus quatro antecessores, ele não sente necessidade de defender ou justificar este último grande encontro da Igreja; para ele é um elemento que constitui parte integrante da vida eclesial, que deve ser experimentado como tal e é isso. Este aspecto marca profundamente o seu pontificado: o Conselho já não é algo a explicar, até mesmo para ser justificado, se necessário, como Bento XVI fez em diversas ocasiões, mas uma realidade assumida e vivida naturalmente.
A atenção também é dada a vários detalhes da vida do cardeal Jorge Mario Bergoglio, depois pelo Sumo Pontífice Francisco, prestando atenção às memórias ligadas a datas de aniversário específicas, a situações familiares ou mesmo a frases simples expressas em encontros anteriores, ou em deixar seus interlocutores à vontade, criando um ambiente familiar.
As descrições permanecem fiéis à realidade dos fatos, sem nunca transcender aqueles tênues dispositivos narrativos que são tão populares na comunicação hoje, quando você decide exaltar as qualidades verdadeiras ou presumidas do "falecido". Mas precisamente nesta crónica decisiva e precisa vislumbramos a verdadeira força do Papa destacada pela perspicácia do Autor: a capacidade de se aproximar de todos, em particular àqueles que sofrem ou se encontram num momento difícil.
Alguns episódios pessoais também são narrados, como a doença e morte dos pais do Autor e a constante proximidade e interesse do Papa Francisco, sinal de um relacionamento que transcende papéis, demonstrando e ensinando que, quando você quer estar perto de alguém, não importa quem você é e qual posição você ocupa, porque se você quiser sempre encontrará tempo para um simples gesto, como um telefonema ou uma pequena mensagem de texto.
Muitos outros detalhes se sucedem nas páginas caracterizando a personalidade do homem Jorge Mario Bergoglio e do Sumo Pontífice Francisco: da crítica à cultura contemporânea baseada em valores contrários à vida, já anteriormente denunciada pelos Sumos Pontífices João Paulo II e Bento XVI como uma “cultura da morte”, continuar com as referências de Francisco ao conceito de “cultura do descartável”, as tragédias dos idosos abandonados numa espécie de eutanásia silenciosa, a dor dos abortos que “quebram o vínculo com o futuro”, a “teoria” da Gênero sexual contrário aos dados naturais ou ao ecologismo exagerado que vê o homem como um problema ou vírus a ser eliminado. Para o Papa Francisco, ao contrário, o homem permanece administrador e guardião da criação, chamado a transformar o que recebe em cultura viva.
O tema da paz ocupa então um lugar central. Para Francisco não basta desarmar os arsenais porque “precisamos primeiro desarmar as mentes”, isto é, as consciências da cultura da guerra que transforma as pessoas em números e instrumentos de poder. O único antídoto é a misericórdia, capaz de devolver dignidade ao homem e sentido ao seu futuro.
Não faltam ideias polêmicas relatadas sem filtros, como a famosa piada do Papa para aqueles que lhe perguntaram sobre cardeais mulheres: «Quem quiser sofre um pouco com o clericalismo». Da mesma forma, Francisco não se poupa em criticar a ideologia marxista, chamando isso de "errado", embora durante o seu pontificado ele tenha sido repetidamente rotulado como pró-marxista. O Santo Padre não deixou de responder que não se pode juntar tudo, tendo conhecido boas pessoas que eram marxistas, mas sem deixar de esclarecer o quão errada estava a ideologia, seguindo assim o pensamento e a linha pastoral dos seus antecessores Pio XII e João XXIII.
Várias vezes o livro transmite a imagem de um Papa-pastor que não deixa pedra sobre pedra para aqueles que se sentem perdidos, ensinando também que só querer pesquisar já é um avanço. Os testemunhos de viagens e encontros demonstram essa crença: O Papa Francisco sempre confia e confia nos outros. As páginas que falam de encontros com os fracos são particularmente tocantes, em ferrite ou em malato. O Santo Padre sempre falou com o coração, em muitas ocasiões também como consequência, acima de tudo agradecer a quem esperou horas para ouvir e ver, isto é, para aqueles que "o acolheram em sua casa", não deixando de especificar várias vezes que ele mesmo se sente enriquecido pela experiência e pela esperança que recebeu como dom de graça nestes encontros.
Nas reflexões sobre o sofrimento das crianças, não oferece respostas teóricas: o Papa chora, compartilha a dor, mostrando uma compaixão cristã que vai além de todo discurso, seguindo a imagem de um Cristo que sofreu e chorou na Cruz em silêncio, ou expressando apenas algumas palavras, também porque nem sempre você pode ter uma resposta para tudo, muitos elementos, também vários dramas de sofrimento humano, como de vida e morte, permanecem parcialmente envoltos em mistério.
O trabalho de Andrea Tornielli pode ser de interesse não apenas para estudiosos de questões eclesiais, mas quem quiser compreender o significado de um pontificado complexo, tornou-se mais do que um pouco complicado pelo evento que o precedeu, a renúncia de Bento XVI, além da estrutura geopolítica global muito delicada, caracterizada por eclosões de guerras perigosas em todos os lugares. O Autor devolve assim o retrato de um homem que escolheu estar próximo das pessoas, com um estilo pastoral e humano que às vezes também parecia incomum, para muitos até extravagante, mas que marcou a história contemporânea da Igreja, gerando apreciação em muitos e confusão em outros. Contudo, se pensarmos bem, esta é a história de todos os Pontífices, pelo menos daqueles que, mais do que dos esquemas, saíram daquela mediocridade tranquila que tende a agradar a todos para não desagradar ninguém. Francesco certamente desagradou a muitos e, talvez, só isso é suficiente para não torná-lo um medíocre quieto, mas uma figura muito complexa e complicada na sua aparente simplicidade. Tudo isso prova que o homem, cada homem, permanece em grande parte um mistério, incluindo o homem Jorge Mario Bergoglio, incluindo o Sumo Pontífice Francisco. Depois há aqueles que sempre têm resposta para tudo, mas isso é outro assunto, ou melhor ainda... sorte deles!
a Ilha de Patmos, 4 setembro 2025
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QUE O PAPA FRANCISCO SEJA DESCOBERTO, NARRADO POR ANDREA TORNIELLI
Um elemento-chave sem o qual não seria fácil uma leitura realista de uma personalidade e de uma figura complexa como a de Jorge Mario Bergoglio: Francisco é o primeiro Romano Pontífice ordenado sacerdote depois do Concílio Vaticano II e por esta razão, ao contrário de seus quatro antecessores, ele não sente necessidade de defender ou justificar esta última grande assembleia da Igreja.
- livros e resenhas -
Autor: Jorge Facio Lince Presidente das Edições da Ilha de Patmos
Com sua última obra literária,Francis. O Papa da misericórdia (Pieme, 2025), Andrea Tornielli oferece aos leitores uma obra que transcende a mera biografia, indo além das exaltações mais ou menos hagiográficas muitas vezes dedicadas às figuras dos Sumos Pontífices. Em sua narrativa comedida e precisa, o autor, que conheceu e se associou a Jorge Mario Bergoglio anos antes de sua eleição ao trono sagrado, oferece um ambiente altamente envolvente, conta direta, sem se envolver em histórias ficcionais destinadas a despertar as emoções do público. Uma crônica sóbria, típico do estilo deste autor, capaz de fazer sobressair a dimensão mais autêntica e humana do Romano Pontífice, que faleceu há apenas alguns meses.
Um dos elementos mais interessantes é a reconstrução do tempo entre a renúncia de Bento XVI e o conclave subsequente. O Autor mergulha o leitor na atmosfera que reinava entre os cardeais, emprestando ao livro valor histórico ao documentar de forma precisa e rigorosa os dias anteriores à eleição de Francisco, um trabalho meticuloso já realizado em suas extensas biografias históricas dos Sumos Pontífices do século XX. Seguindo este estilo bem estabelecido, dele “Francis: O Papa da Misericórdia” oferece um relato linear dos eventos, escolhas, palavras, e gestos.
Andrea Tornielli também destaca um elemento-chave sem o qual seria difícil uma leitura realista de uma personalidade e de uma figura complexa como Jorge Mario Bergoglio: Francisco é o primeiro Romano Pontífice ordenado sacerdote após o Concílio Vaticano II, e por esse motivo, ao contrário de seus quatro antecessores, ele não sente necessidade de defender ou justificar a última grande assembleia da Igreja; para ele, é parte integrante da vida eclesial, que deve ser experimentado simplesmente como tal. Este aspecto marcou profundamente o seu pontificado: o Concílio já não era algo a ser explicado, ou mesmo justificado, se necessário, como Bento XVI teve que fazer em diversas ocasiões, mas uma realidade aceita e vivida naturalmente.
A atenção também está focada em vários detalhes da vida do cardeal Jorge Mario Bergoglio, mais tarde, o Sumo Pontífice Francisco, prestando atenção às memórias ligadas a aniversários específicos, situações familiares, ou mesmo simples frases expressas em reuniões anteriores, ou para deixar os interlocutores à vontade, criando um ambiente familiar.
As descrições permanecem fiéis aos fatos, nunca descendo para aqueles dispositivos narrativos sentimentais tão em voga hoje, quando se decide exaltar as qualidades reais ou imaginárias do “querido falecido”. Mas é precisamente neste relato decisivo e preciso que se vislumbra a verdadeira força do Papa, destacado pela perspicácia do autor: a capacidade de chegar a todos, especialmente aqueles que sofrem ou enfrentam dificuldades.
Alguns episódios pessoais também são contados, como a doença e morte dos pais do Autor e a constante proximidade e preocupação do Papa Francisco, um sinal de um relacionamento que transcende papéis, demonstrando e ensinando que, quando você quer estar perto de alguém, não importa quem você é ou qual posição você ocupa, porque se você quiser, você sempre pode encontrar tempo para um simples gesto, como um telefonema ou uma mensagem de texto rápida.
As páginas se desdobram com muitos outros detalhes caracterizando as personalidades do homem Jorge Mario Bergoglio e do Sumo Pontífice Francisco: da crítica à cultura contemporânea baseada em valores contrários à vida, anteriormente denunciada pelos Sumos Pontífices João Paulo II e Bento XVI como uma «cultura de morte», às referências de Francisco ao conceito de «cultura do descartável», a situação dos idosos abandonados numa espécie de eutanásia silenciosa, a dor dos abortos que «quebram o vínculo com o futuro», a “teoria” de gênero contrário à natureza, ou o ambientalismo exasperado que vê a humanidade como um problema ou um vírus a ser eliminado. Para o Papa Francisco, por outro lado, a humanidade continua sendo a administradora e guardiã da criação, chamados a transformar o que recebemos em uma cultura viva.
O tema da paz também ocupa um lugar central. Para Francisco, desarmar arsenais não é suficiente porque «é preciso primeiro desarmar as mentes», isto é, consciências, da cultura da guerra que transforma as pessoas em números e instrumentos de poder. O único antídoto é a misericórdia, capaz de devolver dignidade à humanidade e sentido ao seu futuro.
Não faltam pontos polêmicos nus, como a famosa piada do Papa àqueles que lhe perguntaram sobre cardeais mulheres: «Quem quer sofre um pouco de clericalismo». Da mesma maneira, Francisco é muito rigoroso em suas críticas à ideologia marxista, chamando-o de «errado», mesmo tendo sido repetidamente rotulado de marxista durante seu pontificado. O Santo Padre não deixou de retrucar que não se pode manchar todos com o mesmo pincel, tendo conhecido boas pessoas que eram marxistas, mas ele não deixou de apontar o quão equivocada era a ideologia, seguindo assim o pensamento e as orientações pastorais dos seus antecessores Pio XII e João XXIII.
O livro retrata repetidamente um Papa-pastor que não deixa pedra sobre pedra para aqueles que se sentem perdidos, até mesmo ensinando que simplesmente buscar é um passo à frente. Os testemunhos das suas viagens e encontros demonstram esta convicção: O Papa Francisco sempre confia e se confia aos outros. Particularmente comoventes são as páginas que narram seus encontros com os fracos, os feridos, ou os doentes. O Santo Padre sempre falou com o coração, muitas vezes como consequência, especialmente para agradecer àqueles que esperaram horas para ouvi-lo e vê-lo, isso é, aqueles que «o acolheram em sua casa». Ele também enfatizou repetidamente que ele próprio se sentiu enriquecido pela experiência e pela esperança que recebeu como dom da graça nestes encontros..
Nas suas reflexões sobre o sofrimento das crianças, ele não oferece respostas teóricas: o Papa chora, compartilha a dor, demonstrando uma compaixão cristã que transcende todo discurso, seguindo a imagem de Cristo que sofreu e chorou na Cruz em silêncio, ou expressando apenas algumas palavras, também porque nem sempre se pode ter resposta para tudo; muitos elementos, até mesmo as várias tragédias do sofrimento humano, como de vida e morte, permanecem parcialmente envoltos em mistério.
O trabalho de Andrea Tornielli pode ser de interesse não apenas para estudiosos de assuntos eclesiásticos, mas também para quem procura compreender o significado de um pontificado complexo, tornou-se mais do que um pouco complicado pelo evento que o precedeu, o ato de renúncia de Bento XVI, bem como a ordem geopolítica global extremamente delicada, caracterizada por guerras perigosas que assolam por todo o lado. O Autor pinta assim o retrato de um homem que escolheu estar próximo do povo, com um estilo pastoral e humano que às vezes parecia incomum, até extravagante para muitos, ainda um que marcou a história contemporânea da Igreja, gerando apreciação em muitos e confusão em outros. no entanto, se pensarmos bem sobre isso, esta é a história de todos os Pontífices, pelo menos aqueles que, em vez de seguir a norma, emergiu daquela mediocridade silenciosa que tende a agradar a todos para não desagradar a ninguém. Francisco certamente desagradou muitos, e talvez isso por si só seja suficiente para torná-lo não um homem quieto e medíocre, mas uma figura altamente complexa e complicada em sua aparente simplicidade. Tudo isso prova que o homem, todo homem, permanece em grande parte um mistério, incluindo o homem Jorge Mario Bergoglio, incluindo o Sumo Pontífice Francisco. Depois há aqueles que sempre têm resposta para tudo, mas isso é outro assunto, ou melhor… sorte deles!
Da ilha de Patmos, 4 Setembro de, 2025
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AQUELE PAPA FRANCISCO NÃO DESCOBERTO NARRADO POR ANDREA TORNIELLI
Francisco é o primeiro Romano Pontífice ordenado sacerdote depois do Concílio Vaticano II e por isso; ao contrário de seus quatro antecessores, não sente necessidade de defender ou justificar a última grande assembleia da Igreja. para ele, É um elemento que constitui parte integrante da vida eclesial, que como tal deve ser vivido. Este aspecto marca profundamente o seu pontificado.: o Conselho já não é algo que deva ser explicado, ou mesmo, se for necessário justificar como Bento XVI fez em diversas ocasiões, mas uma realidade assumida e vivida naturalmente.
—Livros e resenhas—
Autor: Jorge Facio Lince Presidente das Edições da Ilha de Patmos
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Com sua última obra literária Francisco. O Papa da misericórdia (Pieme, 2025), Andrea Tornielli oferece aos leitores uma obra que transcende a simples biografia, indo muito além de certas exaltações das circunstâncias, mais ou menos hagiográfico, muitas vezes dedicado às figuras dos Sumos Pontífices. com sua narrativa, medido e preciso, o autor, que conheceu e frequentou Jorge Mario Bergoglio anos antes de sua eleição ao trono sagrado, oferece uma conta direta muito interessante, sem tentar histórias ficcionais destinadas a tocar a emotividade do público. Uma crônica sóbria, como é no estilo deste autor, capaz de fazer sobressair a dimensão mais autêntica e humana do Romano Pontífice falecido há poucos meses.
Um dos elementos mais interessantes, É a reconstrução do tempo que passou desde o ato de renúncia de Bento XVI até o conclave subsequente. O Autor apresenta ao leitor o clima que existia entre os cardeais, dando o livro com ele, um valor histórico; porque documenta com precisão e rigor os dias que antecederam a eleição de Francisco. Um trabalho minucioso já realizado pelo Autor em suas biografias historicamente ricas dos Sumos Pontífices do século XX. Seguindo esse estilo já consolidado, com Francisco. O Papa da misericórdiaO autor oferece, um relato linear de eventos, eleições, palavras e gestos.
Andrea Tornielli destaca um elemento-chave sem o qual não seria fácil a leitura realista de uma personalidade e de uma figura complexa como a do homem Jorge Mario Bergoglio.: Francisco é o primeiro Romano Pontífice ordenado sacerdote depois do Concílio Vaticano II e por isso; ao contrário de seus quatro antecessores, não sente necessidade de defender ou justificar a última grande assembleia da Igreja. para ele, É um elemento que constitui parte integrante da vida eclesial, que como tal deve ser vivido. Este aspecto marca profundamente o seu pontificado.: o Conselho já não é algo que deva ser explicado, ou mesmo, se for necessário justificar como Bento XVI fez em diversas ocasiões, mas uma realidade assumida e vivida naturalmente.
Também é dada atenção a vários detalhes da vida do cardeal Jorge Mario Bergoglio, depois do Sumo Pontífice Francisco: prestando atenção às lembranças relacionadas a datas de comemorações especiais, situações familiares, ou mesmo frases simples ditas em reuniões anteriores, ou fazendo com que seus interlocutores se sintam confortáveis, criando um ambiente familiar.
As descrições permanecem fiéis à realidade dos fatos, sem nunca cair nesses dispositivos narrativos sentimentais, tão em voga na comunicação atual, quando se decide exaltar as qualidades verdadeiras ou presumidas do “querido falecido”. Mas é precisamente nesta crónica decisiva e precisa que se vislumbra a verdadeira força do Papa., destacado pela visão do autor: a capacidade de abordar todos, em particular para aqueles que sofrem ou estão em um momento de dificuldade.
Alguns episódios pessoais do Autor também são narrados na obra., como a doença e a morte dos seus pais e a constante proximidade e interesse do Papa Francisco. Sinal de um relacionamento que superou papéis, manifestando e ensinando que, quando você quer estar perto de alguém, Não importa quem você é ou qual posição você ocupa, porque se você quiser, você sempre pode encontrar tempo para um simples gesto, como um telefonema ou uma pequena mensagem de texto.
Nas páginas da escrita, Existem muitos outros detalhes que caracterizaram a personalidade do homem Jorge Mario Bergoglio e do Sumo Pontífice Francisco: da crítica à cultura contemporânea baseada em valores contrários à vida já denunciados anteriormente pelos Sumos Pontífices João Paulo II e Bento XVI como “cultura da morte”; continuar com as referências de Francisco ao conceito de “cultura do descartável”: os dramas dos idosos abandonados numa espécie de eutanásia silenciosa, a dor dos abortos que “quebram o vínculo com o futuro”; A “teoria” do género contrária aos dados naturais; ou o ambientalismo exasperado que vê o homem como um problema ou vírus que deve ser eliminado. Para o Papa Francisco, ao contrário, o homem permanece administrador e guardião da criação, chamado a transformar o que você recebe em cultura viva.
O tema da paz ocupa o centro das atenções. Para Francisco, não basta desarmar os arsenais porque “acontece primeiro desarmar os “resgatar”», isto é, a consciência da cultura da guerra que transforma as pessoas em números e instrumentos de poder.. O único antídoto para isso é a misericórdia., capaz de devolver dignidade ao homem e sentido ao seu futuro.
Não faltam temas polêmicos discutidos sem filtros, como a famosa ocorrência do Papa a quem perguntou sobre cardeais mulheres: “Quem quiser sofre um pouco de clericalismo”. Da mesma forma, Francisco não se poupa em criticar a ideologia marxista, chamando isso de "errado", embora durante o seu pontificado ele tenha sido repetidamente rotulado de filo-marxista.. O Santo Padre não parava de responder que não se pode fazer um feixe com toda a erva, tendo conhecido boas pessoas que eram marxistas, mas sem deixar de especificar o quão errada estava a ideologia. Seguindo assim o pensamento e a linha pastoral dos seus antecessores Pio XII e João XXIII.
Em várias ocasiões, o livro restaura a imagem de um Papa-pastor que não deixa nada por tentar para aqueles que se sentem perdidos, ensinando até que o simples fato de querer pesquisar já é um avanço. As crónicas das viagens e encontros demonstram esta convicção.: O Papa Francisco sempre confia nos outros e se entrega a eles com confiança. As páginas que narram os encontros com os fracos são particularmente comoventes., os feridos ou os doentes. O Santo Padre sempre falou com o coração: em muitas ocasiões, sobretudo, agradecendo a quem esperou horas para ouvi-lo e vê-lo.; isto é, aqueles que o "receberam em sua casa", sem deixar de especificar em muitas ocasiões que se sentiu enriquecido pela experiência e pela esperança que recebeu como dom de graça durante estes encontros..
Nas reflexões sobre o sofrimento das crianças, não oferece respostas teóricas: o Papa chora, compartilhe a dor, mostrando uma compaixão cristã que vai além de qualquer discurso, seguindo a imagem de um Cristo que sofreu e chorou na Cruz em silêncio, ou expressando apenas algumas palavras. E isto porque nem sempre podemos ter resposta para tudo, como os dramas do sofrimento humano, da vida e da morte, que permanecem parcialmente envoltos em mistério..
O trabalho de Andrea Tornielli pode ser de interesse não apenas para aqueles que estudam questões eclesiásticas, mas para quem deseja compreender o significado de um pontificado complexo, já complicado em grande medida pelo acontecimento que precedeu a renúncia de Bento XVI; além da delicada situação geopolítica global caracterizada por eclosões de perigosas guerras abertas em todo o mundo. O Autor restaura assim o retrato de um homem que optou por estar próximo das pessoas, com um estilo pastoral e humano por vezes incomum para muitos, e até extravagante para outros; mas que marcou a história contemporânea da Igreja, gerando apreciação em muitos e desorientação em outros. Porém, se você pensar com cuidado, esta é a história de todos os Pontífices, pelo menos aqueles que, mais do que pelos esquemas, Saíram daquela mediocridade tranquila que tende a agradar a todos para não desagradar ninguém.. Francisco sem dúvida certamente insatisfez muitos e, talvez só isso, o suficiente para não transformá-lo em um medíocre tranquilo, mas numa figura muito complexa e complicada na sua aparente simplicidade. Tudo isso mostra que o homem, todo homem, permanece principalmente um mistério, até o homem Jorge Mario Bergoglio, até mesmo o Sumo Pontífice Francisco. Depois há aqueles que sempre têm resposta para tudo., Mas isso é outra questão, ou dito de outra forma... bem-aventurados eles!!
4 Setembro 2025
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Ou se preferir, você pode usar o nosso conta bancária em nome do: Edições A ilha de Patmos Agência n. 59 De Roma – Vaticano
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PAGAR DO PRÓPRIO BOLSO PARA TRABALHAR DE GRAÇA É UM PRIVILÉGIO QUE SÓ POUCOS “SELECIONADOS” PODEM SE PAGAR
Em seu trabalho Natureza Tito Lucrezio Caro critica a religião, indicando-a como fonte geradora de medo, superstição e sofrimento, impedindo o homem de alcançar a verdadeira felicidade, ou àquele conhecimento da verdade - como afirma o Beato Apóstolo João - que nos tornará livres. Um conceito ao qual Karl Marx se referiu com o famoso aforismo “a religião é o ópio do povo”. Ambos estavam certos, Tito Lucrezio Caro e Karl Marx …
Dói entrar em jeremias, especialmente quando você está ciente de que eles são inúteis, apenas para expressar desconforto compreensível como um fim em si mesmo.
Em outubro de 2024 esta nossa revista conseguiu 10 anos de atividade, durante o qual ofereceu serviços que podem ser mais ou menos compartilháveis em termos de conteúdo e configurações, mas de qualidade indiscutível, algo reconhecido até pelos nossos adversários e por aqueles que não pensam como nós.
Num mundo católico cada vez mais devastado pelo fideísmo, de formas de milenarismo com sabor esotérico, poluído no presente por todas as antigas heresias que retornaram, os Padres da Ilha de Patmos sempre ofereceram um serviço baseado no mais próximo respeito ao depósito da fé, à doutrina e ao magistério da Igreja, combater desvios perigosos quando necessário e recuperar ao longo dos anos muitas pessoas que se perderam na sequência de vários charlatões que hoje abundam desproporcionalmente, especialmente graças a mídia social.
Um pontificado complexo terminou há alguns meses complicado por um contexto geopolítico global muito delicado, o julgamento sobre o qual caberá à história, que só poderá dar no futuro, Talvez até em muitos anos. Um pontificado durante o qual várias pessoas, já imaturos e frágeis em sua fé, eles se perderam totalmente marchando atrás de padres que estavam desequilibrados, acabou suspenso pio, excomungado ou mesmo demitido do estado clerical, seguido, por sua vez, por leigos sem arte nem parte que improvisaram como eclesiólogos, canonistas e teólogos em um tentador molho de conspiração ao estilo de Dan Brown de noartri. A nossa missão pastoral de mais de dez anos na Ilha de Patmos centrou-se principalmente no apelo à unidade com Pedro e sob Pedro, independentemente dos defeitos óbvios do homem Jorge Mario Bergoglio, sem esquecer que em vários aspectos, aquele rude pescador galileu escolhido pelo próprio Cristo, não eleito por um conclave de cardeais, em sua época ele acabou sendo muito pior do que muitos pontífices problemáticos da história, tanto em nível pastoral quanto doutrinário, pense em quando ele negou a Cristo jurando e amaldiçoando (cf.. MT 26, 69-75) ou quando em Antioquia foi repreendido por Paulo sobre questões relacionadas com a doutrina da fé (cf.. Garota 2, 11-21)
Dado que na vida nada é devido, que tudo deve ser merecido e que tudo é uma graça, é preciso dizer, porém, que a falta de generosidade por parte das pessoas - a começar por tantas pessoas a quem fizemos o bem -, nos leva a constatar que o trabalho pastoral realizado por 2014 por um grupo de padres e teólogos talvez não mereça ser apoiado. Por esta razão, as numerosas pessoas que os Padres da Ilha de Patmos ajudaram e apoiaram ao longo dos anos suscitam em nós uma amargura particular – e é difícil negar o nosso desconforto sacerdotal neste sentido., curando suas feridas depois de terem sido enganados por “homens santos”, “santuzze” e “videntes”, diante dos quais não hesitaram em abrir as carteiras como se fossem acordeões, os mesmos que permaneceram hermeticamente fechados antes do nosso trabalho, aos quais nunca pagaram um único euro.
Há pouco para se surpreender, sabemos como o que antes era chamado de gente comum costuma agir, ele já sabia disso Giovanni Boccaccio quando no distante século 14 ele imortalizou em Decamerono paradigmático Novela 10 dedicado a Frei Cipolla. Apenas intoxica-lo, a população, com a garantia do verdadeiro “segredo” de Fátima finalmente revelado depois de ter sido mantido escondido pela mentirosa e mentirosa Igreja; ou embebedá-lo com os "dez segredos" que uma Gospa falante e repetitiva, agora sofrendo de demência senil evidente, o teria dado a um grupo de espertos ciganos bósnios que, graças a esta grande fraude do século XX, fizeram as suas entranhas com ouro; ou drogá-lo com alguma Madonna que bate os pés como uma narcisista histérica enquanto manda uma mensagem para algum outro visionário fascinado que ela quer ser proclamada co-redentora a todo custo e que também vende "segredos" ao redor do mundo, esperando o triunfo mágico e definitivo do seu coração imaculado. bem, sim, damos esses tipos de opiáceos à população e suas carteiras abertas como num passe de mágica. Foi o que aconteceu no Certaldo de Boccaccio no século XIV e é o que acontece hoje no Terceiro Milênio.
Em seu trabalho NaturezaTito Lucrécio Caro aborda uma crítica à religião, indicando-a como fonte geradora de medo, superstição e sofrimento, impedindo o homem de alcançar a verdadeira felicidade, ou àquele conhecimento da verdade - como afirma o Beato Apóstolo João - que nos tornará livres (cf.. GV 8, 32). Um conceito ao qual ele se referirá novamente Karl Marx com o famoso aforismo “a religião é o ópio do povo”. Ambos estavam certos, Tito Lucrezio Caro e Karl Marx, Contudo, tanto o conceito como o termo estavam errados, confundindo a fé com o fideísmo dos beócios seguindo o irmão Cipolla, que nada têm a ver com a pureza da fé, difamado por eles e transformado em uma paródia grotesca de madonas falantes, Madonas chorando, segredos revelados, profecias catastróficas e assim por diante.
Chegamos à conclusão, triste mas realista, que em última análise essas pessoas merecem os vários Frades Cipolla capazes de despertar neles coceiras mórbidas, fazendo o dinheiro sair dele como os encantadores fazem a cobra sair da cesta ao som da picada hipnótica.
O paradoxo é que a Ilha de Patmos não é um fracasso, muito pelo contrário: é um sucesso extraordinário e às vezes incrível. O volume de visitas chega a uma média de mais de três milhões por mês, o ano 2024 fechou com quase quarenta milhões de visitas no total. Logo disse: eu só sei 0,1% destes visitantes doaram-nos um euro, os custos de gestão seriam totalmente cobertos e teríamos até algum sobra para algum trabalho de caridade.
Qualquer pessoa que entenda apenas um pouco sobre certos aspectos técnicos, com alguns olhares você percebe imediatamente a qualidade do site que hospeda nossa revista, começando pelos gráficos. Ofereça versões para impressão de artigos, leitura de áudio, muitas vezes também a tradução do mesmo em três idiomas, envolve um trabalho editorial considerável, tudo realizado pelos Padres de forma puramente gratuita. Certain, É surpreendente que no decurso de um ano civil não seja possível arrecadar nem metade do que é necessário para pagar as despesas de subsistência da gestão e que devemos cuidar disso prontamente do nosso próprio bolso quando chegam os prazos de pagamento. Por que usar seus recursos pessoais para ter o raro privilégio de trabalhar de graça para pessoas que recebem e não dão, ou que depois de ter dado aos astutos encantadores de serpentes, assim que termina o som da flauta e com ele o efeito hipnótico eles vêm clamar para que sejamos ajudados e apoiados, É realmente uma grande satisfação, em vez de: É realmente um privilégio, trabalhar libertar a Dei de amor para essas pessoas! Mas somos sacerdotes e quanto seria o desejo, coloque essas pessoas para fora da porta, como eles merecem, é contra a nossa natureza ontológica sacerdotal.
A Ilha de Patmos conclui o seu décimo primeiro ano de atividade sem nunca ter experimentado quedas, mas apenas um aumento contínuo, isso é comprovado pelo elevado número de visitas a partir de 2016 nos forçou a mudar o site para um servidor dedicado, que constitui a maior despesa anual seguida por outras despesas com as diversas assinaturas, como a compra de programas gráficos, áudio, vídeo, sistemas de segurança… Resumidamente, estamos falando de algo que funciona e funciona muito bem, mas quem não tem meios de subsistência. É por isso que decidimos nos dar mais um ano: se em setembro de 2026 não teremos recolhido tudo o que é necessário para suportar as despesas do ano seguinte 2027, ou se não conseguirmos encontrar um organismo público ou privado disposto a financiar-nos, concluiremos a nossa feliz e fecunda experiência de apostolado encerrando a revista A Ilha de Patmos, preservando sempre a memória indelével desta bela experiência vivida na união de intenções católicas em plena comunhão entre um grupo de sacerdotes que procuraram dar testemunho do Cristo vivo e verdadeiro. Contudo, como ensina o Beato Apóstolo Paulo na sua epístola ao seu discípulo Timóteo:
"No dia, na verdade, em que não suportarão a sã doutrina;, mãe, tendo comichão nos ouvidos eles, amontoarão para si doutores para atender os seus próprios gostos, recusando-se a ouvir a verdade para recorrer a contos de fadas. Você sempre ser constante, suportar o sofrimento, completar o seu trabalho como um pregador do Evangelho, cumpra seu ministério" (II Tm 4, 1-4).
E esse dia chegou hoje, Infelizmente, acreditamos que também sofremos uma triste despesa. Mas, também neste caso, o Santo Evangelho nos ensina:
«Se alguém não te acolher e não ouvir as tuas palavras, sair daquela casa ou cidade e sacudi o pó dos seus pés '.
Da ilha de Patmos 31 agosto 2025
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HTTPS://i0.wp.com/isoladipatmos.com/wp-content/uploads/2024/11/Padre-Eneas-De-Camargo-Bete-150X150.jpg?FIT = 150,150 & SSL = 1150150Enéas De Camargo BeteHTTPS://isoladipatmos.com/wp-content/uploads/2022/01/logo724c.pngEnéas De Camargo Bete2025-08-31 16:21:122025-08-31 20:10:07O monstro de Frankenstein e os perigos do transhumanismo moderno – O monstro de Frankenstein e os perigos do transhumanismo moderno – O monstro de Frankenstein e os perigos do transumanismo moderno
HTTPS://i0.wp.com/isoladipatmos.com/wp-content/uploads/2019/01/Padre-Ivano-piccola.jpg?FIT = 150,150 & SSL = 1150150Padre IvanoHTTPS://isoladipatmos.com/wp-content/uploads/2022/01/logo724c.pngPadre Ivano2025-08-17 21:20:542025-08-17 21:20:54Redescobrir a filosofia do cuidado: Desde o acúmulo até a pessoa até cuidar das possibilidades
Dezessete, Bêbado e drogado, Estuprado às quatro da manhã. TODA A CULPA DO PATRIARCADO
Se uma garota de 17 anos, drogada e bêbada, ela sai da discoteca às quatro da manhã pedindo dois impulsor Tunisinos serão acompanhados para casa porque ela não consegue ficar de pé, atrás dele, ele tem dois infelizes que falharam miseravelmente como pais e educadores. Mas você tem que culpar o patriarcado, ao machismo, para a sociedade, até mesmo alienígenas e reptilianos, se desejar, é mais simples e conveniente, em vez de assumir a responsabilidade pelos nossos desastrosos fracassos familiares e sociais.
Em um canto da Itália uma garota de 17 anos ela saiu da boate às quatro da manhã sem poder dirigir o carro microcarro com o qual ela chegou 22, Ela estava tão bêbada e drogada com cocaína.
Ele decide deixar seu minicarro no estacionamento da boate e pedir carona para dois garotos desconhecidos, de tunisianos de 20 anos com vários antecedentes criminais por questões relacionadas ao tráfico de drogas. Enquanto eles estavam na rua os dois pararam e, desde que eles estavam lá, eles decidem estuprá-la.
Diante deste fato, algumas coisas precisam ser esclarecidas imediatamente: se uma garota de 17 anos, drogada e bêbada, pede para ser acompanhada por dois estranhos em casa às quatro da manhã porque não consegue ficar de pé, ninguém tem o direito de estuprá-la. Dito isto, o devastador politicamente correcto que prevalece não nos permite afirmar que o oposto é verdadeiro, se uma garota de 17 anos, ela não quer correr riscos graves, evitará sair bêbada e drogada da discoteca às quatro da manhã pedindo carona a dois estranhos. Esta segunda afirmação não é legítima para fazer, porque não é lido como um convite à prudência, mas como uma tentativa de limitar a liberdade de certos jovens a quem tudo deve ser concedido, para melhor e especialmente para pior. Então se algo acontecer, nesse ponto começamos a procurar as falhas nos outros.
Erro gravíssimo ao indicar os dois estupradores como tunisianos, é puro racismo. Precisamos de esconder a sua nacionalidade para evitar a discriminação e, se isso fosse revelado, deveríamos apressar-nos a salientar que também poderiam ter sido dois violadores italianos, porque com o surreal “eles poderiam ser”, a vítima certamente ficará muito menos traumatizada pelo estupro que sofreu. Ele tem tantoAcima de tudo, deve ficar claro que o estupro consumado é culpa do patriarcado. Leia mais, ou montar todos os protestos ideológicos e mediáticos sobre o caso, é só ligar para Elena, irmã da pobre Giulia Cecchettin e de seu pai Gino, agora especializado em invocar tudo e muito mais, do patriarcado ao machismo, embora não admita que se uma garota é 17 anos, drogada e bêbada, ela sai da discoteca às quatro da manhã pedindo dois impulsor Tunisinos serão acompanhados para casa porque ela não consegue ficar de pé, atrás dele, ele tem dois infelizes que falharam miseravelmente como pais e educadores. Mas você tem que culpar o patriarcado, ao machismo, para a sociedade, até mesmo alienígenas e reptilianos, se desejar, é mais simples e conveniente, em vez de assumir a responsabilidade pelos nossos desastrosos fracassos familiares e sociais.
Da ilha de Patmos, 17 agosto 2025
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HTTPS://i0.wp.com/isoladipatmos.com/wp-content/uploads/2019/01/padre-Aiel-piccola.jpg?FIT = 150,150 & SSL = 1150150Pai de ArielHTTPS://isoladipatmos.com/wp-content/uploads/2022/01/logo724c.pngPai de Ariel2025-08-17 12:19:222025-08-17 22:38:31Dezessete anos, bêbado e drogado, estuprado às quatro da manhã. Toda a culpa do patriarcado
Por mais de meio século, ele está tentando justificar o que quer que seja com a teoria dos pontífices enganados, Não informado, DIANTE DOS FATOS REALIZADOS...
Há momentos em que gostaríamos que as coisas fossem diferentes e que os outros fossem os culpados. Portanto, culpemos também o cardeal maltês Mario Grech, sem esquecer, porém, que o Sumo Pontífice dá parecer favorável.
Senti uma ternura sincera ao ler no portal Informazionecattolica.it um artigo curto, mas incisivo, bem escrito e argumentado, em que se explica que o polêmico Jubileu LGBT seria o clássico golpe baixo sem o conhecimento do Santo Padre Leão XIV. Escreve o autor:
«Existe uma arte inteiramente curial que consiste em fazer o Papa dizer o que o Papa nunca disse. Não se trata de forjar palavras, mas para construir conjuntos. Convites estratégicos, reuniões fotografadas, sorrisos imortalizados, e é isso: no dia seguinte os títulos estarão prontos, e a mensagem será lançada - mesmo que o Pontífice não tenha mudado uma vírgula da doutrina" (cf.. item WHO).
Há momentos em que você gostaria que as coisas fossem diferentes e que foi culpa dos outros. Então vamos culpar também o cardeal maltês Mário Grego, sem esquecer, porém, que o Sumo Pontífice dá parecer favorável. E Leão XIV não é Francisco, fala e lê inglês, seguido por espanhol e italiano quase como falantes nativos. Presumo que você saiba que certos gestos têm grande ressonância, mas se ele não sabe, ou se ele não entende, nesse caso ele seria ingênuo. Então, mesmo que ele fosse arrastado para certos jogos, ele ainda teria a oportunidade de corrigi-los ou repreender aqueles que o arrastaram para isso sem o seu conhecimento, isso já aconteceu no passado com vários de seus antecessores.
Agora estou “velho”, esse jeito de fazer, em ambos os lados já não me pertence, por isso decidi na época salvar minha fé e minha vocação retirando-me para uma vida de eremita.
Mais uma vez parece que nosso Padre Ariel acertou em cheio, quando, poucos dias depois da eleição do Pontífice reinante, concluiu assim um artigo que hoje convido a reler com os olhos do presente:
«Deus abençoe o Romano Pontífice, Já que nessa condição de desastre poderia fazer pouco ou nada. Mas, antes de uma situação desesperada como a nossa, tendo tentado mesmo sem ter sucesso, já constituirá mérito de graça e salvação, através da glória do fracasso cristológico" (cf.. item WHO).
Do Eremitério, 17 agosto 2025
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HTTPS://i0.wp.com/isoladipatmos.com/wp-content/uploads/2023/06/monaco-eremita-piccolo-.jpg?FIT = 150,150 & SSL = 1150150Monge EremitaHTTPS://isoladipatmos.com/wp-content/uploads/2022/01/logo724c.pngMonge Eremita2025-08-17 10:22:302025-08-17 22:39:52Por mais de meio século, ele está tentando justificar o que quer que seja com a teoria dos pontífices enganados, não informado, Coloque antes dos fatos realizados …
NÃO POSSO FICAR EM SILÊNCIO E aquela palavra tabu que ele simplesmente não pode pronunciar: "HOMOSSEXUALIDADE"
Ele simplesmente não consegue fazer isso, O homem da verdade, Para pronunciar esta palavra tabu: “homossexualidade”, Nem mesmo como é uma história tão trivial e dolorosa de homossexualidade clerical e marchette.
– Os resumos dos Padres da Ilha de Patmos –
Autor Editores da ilha de Patmos
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O Chefe da Banda Sileriana que dedicação 18 minutos de vídeo sobre o caso de um jovem que ele disse ser problemático, equivale ao boi chamar o burro de corno.
a história: um cônego da Basílica Papal de Santa Maria Maggiore se apaixona por um jovem efébico que decide manter. Ele fez isso por filantropia ou por caridade cristã mal compreendida? Não se sabe, Mas uma coisa é certa: É pecado pensar mal, mas muitas vezes você acerta, disse Giulio Andreotti usando esta frase emprestada do Cardeal Francesco Marchetti Selvaggiani (cf.. WHO).
O homem da verdade e da evidência irrefutável assim volta a emprestar sua cara - cada vez mais arredondada, do qual o ar de um adolescente efébico já desapareceu aos trinta anos - para lançar, como seu estilo, um ataque ao cianeto, durante o qual ele nem foi capaz de suspirar as duas palavras nas quais toda a história nasceu e se baseou: um clérigo homossexual de um lado e um jovem do outro.
Ele simplesmente não consegue fazer isso, o homem da verdade e da evidência irrefutável, Para pronunciar esta palavra tabu: “homossexualidade”, nem mesmo quando se trata de uma história tão banal e dolorosa de homossexualidade clerical e traficantes.
Da ilha de Patmos, 16 agosto 2025
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Nossos artigos anteriores sobre o Banda do Silerian:
– 16 agosto 2025 —NÃO POSSO FICAR EM SILÊNCIO E aquela palavra tabu que ele simplesmente não pode pronunciar: "HOMOSSEXUALIDADE" (Para abrir o artigo Clique WHO)
– 14 agosto 2025 — Há um homossexual? NAQUELA HORA NÃO POSSO FICAR EM SILÊNCIO Também defende o indefensável(Para abrir o artigo Clique WHO)
– 29 Março 2025 — Sempre sobre NÃO POSSO FICAR EM SILÊNCIO: Dal “Homem vertical"A" Fireculo "e" Quadhow "de Leonardo Sciascia (Para abrir o artigo Clique WHO)
– 21 Março 2025 — NÃO POSSO FICAR EM SILÊNCIO E a história dessa costureira convencida de que ele pode dar a Giorgio Armani aulas de alta moda (Para abrir o artigo Clique WHO)
– 12 fevereiro 2025 — O gambá é o conhecimento do Vaticano, pois Henger está em castidade e, como seu falecido marido Riccardo Schicchi está trabalhando Confissões De Santo Agostinho (Para abrir o artigo Clique WHO)
– 15 Janeiro 2025 — NAS FRONTEIRAS CLERICAIS COM A REALIDADE: A MULHER SOFRE DE INVEJA FREUDIANA DO PÊNIS, O gambá da inveja de MATTEO BRUNI DIRETOR DA SALA DE IMPRENSA DA SANTA SÉ(Para abrir o artigo Clique WHO)
– 20 Janeiro 2025 — O gambá ignora que uma freira pode facilmente se tornar governador do estado da cidade do Vaticano, Como já era Giulio Sacchetti(Para abrir o artigo Clique WHO)
– 22 novembro 2024 — A NOMEAÇÃO EPISCOPAL DE RENATO TARANTELLI BACCARI. QUANDO VOCÊ É AFETADO PELO CÂNCER DE FÍGADO, COBRAM NO ATAQUE AQUELES QUE NÃO PODEM FICAR EM SILÊNCIO(Para abrir o artigo Clique WHO)
– 31 Posso 2024 — NOTA DO PADRE ARIEL NO SITE NÃO POSSO FICAR EM SILÊNCIO: «TÃO irritante quanto um ouriço-do-mar dentro da sua cueca» (Para abrir o artigo Clique WHO)
– 8 dezembro 2023 — QUEM É MARCO FELIPE PERFETTI REFERENDO-SE À DECLARAÇÃO DO SITE NÃO POSSO FICAR EM SILÊNCIO «AQUI NO VATICANO… NÓS NO VATICANO…», SE VOCÊ NÃO PODE NEM PÔR OS PÉS NO VATICANO? (Para abrir o artigo Clique WHO)
– 14 Outubro 2023 — O ARCABOT EMÉRITO DE MONTECASSINO PIETRO VITTORELLI MORRE: A PIEDADE CRISTÃ PODE APAGAR A TRISTE VERDADE?(Para abrir o artigo Clique WHO)
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HTTPS://i0.wp.com/isoladipatmos.com/wp-content/uploads/2022/01/faviconbianco150.jpg?FIT = 150,150 & SSL = 1150150Pai de ArielHTTPS://isoladipatmos.com/wp-content/uploads/2022/01/logo724c.pngPai de Ariel2025-08-16 00:03:432026-02-16 11:49:54“Eu não posso permanecer em silêncio” e aquela palavra tabu que ele simplesmente não pode pronunciar: “homossexualidade”
"Magnificat", O GRANDE ROCK DA SANTÍSSIMA VIRGEM MARIA NA SOLENIDADE DA ASSUNÇÃO
Até o heresiarca Martinho Lutero, que a virgem abençoada sempre foi muito dedicada - que a maioria dos fiéis católicos, Mas também muitos estudiosos ignoram -, No 1521 ele compôs um livrinho intenso intitulado O Magnificat traduzido para o alemão e comentado.
No dia de Natal 1886 o jovem escritor e poeta, agnóstico na época, Paulo Claudel, passar pelo portal de Nossa Senhorade Paris e a canção do Magnificat, texto evangélico da liturgia das Vésperas.
Mais tarde, ele confessou que saiu dessa experiência transformado, destinado a se tornar o cantor da fé cristã conhecido por todos; muitos conhecem seu drama: Anúncio feito a Maria. anos mais tarde, No 1913, vai narrar:
«Naquele dia acreditei com tanta força de adesão, com tal elevação de todo o meu ser, com uma crença tão forte, com tanta certeza, com tal ausência de dúvida que mais tarde nem os livros, nem o raciocínio, nem poderia o destino de uma vida conturbada abalar minha fé".
O 15 Agosto de cada ano, o calendário comemora a solenidade da assunção ao céu da Bem-Aventurada Virgem Maria, a mãe do Senhor, apesar da denominação secularizada generalizada de "Ferragosto". Nós vamos, que se entra numa catedral solene como Nossa Senhora ou numa pequena capela perdida nas montanhas, cada um, neste dia, ouvirá aquela canção do Magnificatque distingue a Santa Missa desta Solenidade. Aqui está a passagem relatada pelo evangelista Lucas.
«Naqueles dias Maria levantou-se e dirigiu-se rapidamente para a região montanhosa, em uma cidade de Judá. Entrada na casa de Zaccarìa, cumprimentou Elizabeth. Assim que Isabel ouviu a saudação de Maria, o bebê pulou em seu ventre. Isabel ficou cheia do Espírito Santo e exclamou em alta voz: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! A que devo a mãe do meu Senhor vir a mim? Aqui, assim que sua saudação chegou aos meus ouvidos, o bebê pulou de alegria no meu ventre. E bem-aventurada aquela que acreditou no cumprimento do que o Senhor lhe disse”. Mary disse: “Minha alma engrandece ao Senhor e meu espírito se alegra em Deus, meu salvador, porque ele olhou para a humildade do seu servo. De agora em diante todas as gerações me chamarão de abençoado. O Todo-Poderoso fez grandes coisas por mim e Santo é o seu nome; sua misericórdia para com aqueles que o temem de geração em geração. Ele explicou o poder de seu braço, ele dispersou os orgulhosos nos pensamentos de seus corações; ele derrubou os poderosos de seus tronos, ele levantou os humildes; ele encheu os famintos de coisas boas, ele mandou os ricos embora de mãos vazias. Ele ajudou Israel, seu servo, lembrando sua misericórdia, como ele havia dito aos nossos pais, para Abraão e seus descendentes, para todo sempre”. Maria ficou com ela cerca de três meses, então ele voltou para sua casa" (LC 1,39-56).
Maria, grávida de Jesus, enquanto ele está visitando sua parente Elizabeth, grávida, por sua vez, de João Batista, entoa este hino extraordinariamente longo que Lucas relata. É a única vez que as palavras da Mãe de Cristo se expandem até compreender bem 102 palavras em grego, incluindo artigos, pronomes e partículas. As outras vezes, apenas cinco no total, As frases de Maria relatadas nos Evangelhos são curtas e quase hesitantes, como em Caná durante as bodas das quais também participa seu Filho: «Eles não têm mais vinho» e «Tudo o que eu te disser, faça isso" (GV 2, 3.5). Vamos seguir, Naquela hora, o fluxo poético desta salmodia mariana tecida num palimpsesto de alusões bíblicas.
Idealmente o canto é para solista e coro. O primeiro movimento é entoado pelo “eu” de Maria.: «Minha alma engrandece ao Senhor e meu espírito se alegra em Deus, meu salvador, porque ele olhou para a humildade do seu servo. De agora em diante todas as gerações me chamarão de abençoado. O Todo-poderoso fez grandes coisas por mim”. (LC 1,46-49). Orígenes pergunta (III):
«O que ele tinha, a mãe do Senhor, humilde e baixo, aquela que carregou o Filho de Deus em seu ventre? Dizendo: “Ela olhou para a humildade de sua serva”, é como se ele estivesse dizendo: ele olhou para a justiça de sua serva, ele olhou para sua temperança, ele olhou para sua força e sua sabedoria" (Orígenes, Homilias sobre Lucas).
No segundo movimento do hino entra a voz de um coro ao qual se junta a voz de Maria, assim como uma soprano que deixa seu canto emergir. É o coro dos cristãos, herdeiros daqueles “pobres” do Antigo Testamento, a uvas (Anawim), aqueles que estão curvados, não apenas sob a opressão dos poderosos, mas também na humildade da adoração a Deus, superando assim a arrogância dos orgulhosos. Esses, socialmente pobre, mas acima de tudo fiel e justo, eles comemoram, idealmente unindo-se à voz de Maria, as escolhas divinas específicas que diferem da lógica mundana, privilegiando não os fortes ou os poderosos, mas os últimos e os marginalizados; derrubando assim hierarquias históricas. O Evangelista Luca, usando o tempo aoristo grego chamado «gnômico», porque se refere a experiências adquiridas além de seu caráter temporal, descreve através de sete verbos, um número que indica plenitude, as singulares escolhas divinas:
«Ele explicou o poder do seu braço, / ele dispersou os orgulhosos nos pensamentos de seus corações, / ele derrubou os poderosos de seus tronos, / ele levantou os humildes, / ele encheu os famintos de coisas boas, / ele mandou os ricos embora de mãos vazias, / ele ajudou seu servo Israel" (LC 1,51-54).
É uma lógica constante de Deus que também encontramos nos lábios de Jesus: «Então os últimos serão os primeiros e os primeiros, durar" (MT 20,16) e “Quem se exalta será humilhado, e quem se humilha será exaltado" (LC 14, 11).
O encanto das palavras de Maria, No Magnificat, está impresso na espiritualidade cristã desde, informando a vida de muitos santos e deu origem a uma miríade de comentários de todos os tipos e muitas obras de arte, tanto pictóricas, Quão musical. Até o heresiarca Martinho Lutero, que a virgem abençoada sempre foi muito dedicada - que a maioria dos fiéis católicos, Mas também muitos estudiosos ignoram -, No 1521 ele compôs um livrinho intenso intitulado O Magnificat traduzido para o alemão e comentado.
Essa linda canção de Magnificat é colocado pela Liturgia como cenário da Solenidade da Assunção de Maria que é celebrada em todos os lugares, no leste, como no Ocidente cristão. Visto que a Dormição-Assunção de Maria é um sinal das realidades últimas, do que deve acontecer em um futuro que não é tanto cronológico, mas sim significativo, sinal da plenitude que nossos limites anseiam: nela sentimos a glorificação que espera todo o cosmos no fim dos tempos, quando "Deus será tudo em todos" (1CR 15,28) e em tudo. Ela, o Vergine Maria, é a porção da humanidade já redimida, figura daquela terra prometida à qual somos chamados, faixa de terra transplantada para o céu. Um hino da Igreja Ortodoxa Sérvia canta Maria como “terra do céu”, terra agora em Deus para sempre, antecipação do nosso destino comum.
Eu gostaria de concluir com as palavras de uma famosa oração com a qual São Francisco saúda Maria hoje lembrada como Assunção ao céu:
«Salve senhora, santa regina, santo pai de Deus, Maria, que você é uma virgem feita Igreja / e eleito pelo santíssimo Pai celestial, que te consagrou juntamente com seu Filho santíssimo e amado e com o Espírito Santo Paráclito; / vós em quem havia e há toda plenitude de graça e todo bem. / Avenida, seu palácio, Ave, seu tabernáculo, Ave, sua casa. / Avenida, suas roupas, Ave, sua serva, Ave, sua mãe. / E eu saúdo todos vocês, virtudes sagradas, que pela graça e iluminação do Espírito Santo você é infundido nos corações dos fiéis, porque eles são infiéis / torná-los fiéis a Deus" (FF 259-260).
Da ilha de Patmos, 15 agosto 2025
Solenidade da Assunção
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HTTPS://i0.wp.com/isoladipatmos.com/wp-content/uploads/2019/01/padre-Aiel-piccola.jpg?FIT = 150,150 & SSL = 1150150Pai de ArielHTTPS://isoladipatmos.com/wp-content/uploads/2022/01/logo724c.pngPai de Ariel2025-08-15 14:23:542026-02-20 12:52:11"Magnificat", O grande “Hard Rock” da abençoada Virgem Maria na solenidade da suposição
Tive uma meia-irmã depois que meu pai se casou pela segunda vez. baixar pornografia Minha nova irmã é uma preguiçosa assistir pornografia Ele não vai à escola nem estuda. história de sexo Ele mata aula sempre que pode pornografia grátis É por isso que seus familiares estão tão bravos com ele pornografia brazzers Pensei em praticar esportes no jardim hoje, quando não há ninguém em casa histórias de sexo Por acaso vi minha irmã que não ia à escola escondida no quarto rokettube Eu gritei com ele e o forcei a ir para a escola pornografia turca Quando ele saiu de casa, comecei a praticar esportes no jardim. pornô Pouco tempo depois, recebi uma notificação no meu celular informando que o alarme da casa estava desativado. histórias de incesto Ela me convenceu a fazer sexo com ela nua na minha frente e seus discursos provocativos..
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