«Você também quer sair?». Entre a eutanásia e influenciadores, pensamentos espalhados pela charis, à teologia da pobreza e à obediência da fé que edifica a Igreja

- meditações sobre notícias eclesiais -

«VOCÊ QUER IR TAMBÉM?». ENTRE EUTANÁSIA E INFLUÊNCIA, PENSAMENTOS SE ESPALHAM PELA CHARIS, À TEOLOGIA DA POBREZA E À OBEDIÊNCIA DA FÉ QUE CONSTRÓI A IGREJA

É evidente que se eu distribuir apenas alimentos terrenos, talvez eu consiga encher o estômago do pobre homem, mas vou deixar seu coração e alma vazios. Se eu pensar apenas na dimensão horizontal negligenciando a vertical, risco de criar paraísos artificiais perigosos que encontram em algumas ideias sociais - pensamos em renda de cidadania - a pretensão demagógica de resolver bem todos os problemas e de agradar a todos.

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Autor
Ivano Liguori, ofm. Capp.

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… os homens de ciência modernos encarregados de dirigir as consciências dos outros

No domingo acabou de passar Comentei uma bela passagem do Santo Evangelho em minha homilia [cf.. GV 6, 60-69]. Como costumo fazer em todas as celebrações de domingo, Enquadro o trecho evangélico não apenas do ponto de vista exegético, mas sobretudo do ponto de vista eclesiológico e pastoral, deixando a leitura cursiva do Evangelho dominical falar aos fiéis com a força e a incisão da espada [Ver. EB 4, 12], ao mesmo tempo evitando uma leitura excessivamente técnica do texto que apenas muito poucos seriam capazes de entender.

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O Evangelho de João do domingo que acaba de passar aparece como conclusão do longo discurso sobre o Pão da Vida, no qual Cristo mostra clara e definitivamente a verdade sobre si mesmo. Na verdade é um ótimo teofania em chave eucarística, em que, a partir do sinal do pão partilhado, Jesus se apresenta como o verdadeiro maná celestial que se encarna do céu na existência humana. Ele nasceu em Belém, naquele lugar que significa Casa do Pão, alimenta o homem mortal em sua busca por Deus escondido, fazendo-se pão.

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Um momento revelador da identidade de Cristo, aquele, como eu disse, é precedido pelo sinal necessário de multiplicação (compartilhamento) de pães [Ver. GV 6, 1-15]. Este sinal é fundamental para entender que Jesus é realmente o verdadeiro Senhor que alimenta seu povo na peregrinação terrena e não um dos muitos poderosos na terra que buscam um ganho pessoal de glória. [Ver. GV 6, 15]. Ele guia o novo povo da Aliança não mais do Egito para a Terra Prometida, mas do pecado para a nova aliança em seu sangue, que se realiza através dos eventos da Páscoa.

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Por isso o sinal eucarístico do pão partilhado torna-se essencial compreender a pedagogia divina e o modo como Deus opera a salvação. Jesus, embora ele seja o Senhor e o Mestre [Ver. GV 13, 14], nunca se priva da colaboração do homem, interrogando-o constantemente num diálogo salvífico em que a criatura oferece ao Criador a sua pequenez fruto da sua obra para que esta em Deus se multiplique e se torne sinal pascal de salvação para os outros irmãos dentro uma lógica de serviço caritativo.

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Razão pela qual o diaconato do Charis na Igreja é sobretudo um mistério trinitário que nos permite contemplar o Amante, aquele que é Amado e Amor para usar as palavras de S.. Agostinho referem-se ao mistério de Deus Trindade. Mas ao mesmo tempo é um mistério soteriológico, Enquanto o Charis é o desígnio divino que tomou forma em Jesus Cristo Salvador e que encontra a sua génese na Trindade como história eterna de amor ao homem (Ver. I . Rinaldi, Do Estado de bem-estar à sociedade de bem-estar. Teologia social e ação pastoral da Caritas italiana, Effatà, 2006, p.70].

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A partir dessas prerrogativas teológicas necessárias, entendemos como o exercício da Charis, absolutamente não pode ser configurado como um serviço humanitário ou filantropismo sentimental. Mesmo quando é o homem que opera o Charis em direção a um semelhante podemos ver também a relação tripartite agostiniana de Amante, Amado e Amor. O amante é aquele que age empurrado pelo Pai em direção ao amado em quem o Filho se identifica, dentro da dinâmica amorosa do Espírito Santo.

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O Charis Cristão é necessário porque está lá relação com que do corpo do homem se chega à sua alma para que alma e corpo juntos se salvem naquela harmoniosa unidade antropológica que vemos professada todos os domingos no Credo quando dizemos: "Aguardo a ressurreição dos mortos e a vida do mundo vindouro". Isso é, Aguardo a ressurreição do homem em sua totalidade, não apenas uma parte dele. O que já vemos realizado na Bem-Aventurada Virgem Maria assumida ao céu em corpo e alma.

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Por esta razão, se é verdade que os pobres precisam ser alimentados na terra, esta exigência não pode fazer cair o crente na utopia do pretexto que pretende derrotar a pobreza de uma vez por todas; equalizar as escandalosas disparidades sociais; erradicar as doenças implacáveis; pacificar os povos com um acolhimento indiscriminado; evitando a ignorância dos pequeninos com verdades parciais. pequeninos com verdades parciais.

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Embora hoje estejamos acostumados a slogans populistas como "ninguém será deixado para trás" que encontramos abundantemente na boca de políticos e prelados. Devemos ter a coragem de afirmar que tudo isso é apenas uma miragem de salvação autoconstruída cujas consequências culturais e sociais são bem conhecidas e evidentes por todos., principalmente em um período como o que estamos passando sobrecarregados pela pandemia.

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Sobre isso bastaria recordar as palavras de Jesus que nos adverte: «Tens sempre os pobres contigo, mas você nem sempre me tem " [MT 26, 11] uma expressão que certamente aponta para uma opção preferencial pelos pobres, mas, muito mais, define uma hierarquia de valores muito clara que nos leva a entender que sem ele, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, somos pobres demais para ajudar os pobres e incapazes de oferecer a salvação definitiva. E esta verdade hoje parece bastante irritante e mal digerida pelo narcisismo humano que quer operar sem Deus, mesmo quando afirma fazer o bem.

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Esse discurso nos permite formular uma abordagem teológica correta da pobreza que nada tem a ver com o pauperismo revolucionário tão caro a um certo pensamento de esquerda ou comparável às reivindicações sociais populares dos regimes de libertação sul-americanos, nem a esse pretexto de pauperismo de que o próprio Judas Iscariotes falou, sobre o qual nos referimos à nossa vídeo-aula: O ouro dos Magos eo falso amor pelos pobres de Judas Iscariotes.

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Muito menos podemos abordá-lo com erros social os vários influência que arenga o povo de seguidores manter um padrão de vida que está a anos-luz da sobriedade evangélica e que não chega perto daquela pobreza digna do trabalhador ou pensionista italiano médio.

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Se queremos ser honestos, esta abordagem teológica nada tem a ver com os vários modelos que se impõem à opinião pública e vêem, nos vários salvadores do povo, colocar bem em primeiro plano por convencional, o início de um novo renascimento e humanismo secular. Porque fica evidente, em todo esse raciocínio teológico, o enxerto com a mais pura cristologia em que o kenosis da Palavra constitui a abnegação visível e mais eloquente através da qual podemos encontrar "aquele Deus que se fez pobre por nós, enriquecer-nos com a sua pobreza" [Ver. 2CR 8, 9; Bento XVI, Discurso na sessão inaugural da 5ª Conferência Geral dos Bispos da América Latina e do Caribe, 13 Posso 2007, 3: AAS 99 (2007), 450]. Se Cristo se despoja de sua igualdade com Deus para me salvar, para aceitar esta salvação eu só posso fazer o mesmo, assim como Francisco de Assis fez antes do bispo [Ver. Fontes Franciscanas n° 1043].

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Para qualquer pobre e diante de qualquer pobreza, mais do que comida que perece, alimento que não perece, mas dura para a vida eterna deve ser garantido [Ver. GV 6, 22-29]. Isso não significa dar lado ao proselitismo integralista fácil, muito pelo contrário, é um anúncio missionário de salvação que chama à ação todo homem de boa vontade, seja laico ou consagrado, anunciar tudo o que Cristo nos disse e nos ordenou [Ver. MT 28, 20]. Pregar a Cristo não é um orgulho, nem mesmo um dever, mas uma necessidade urgente [Ver. 1CR 9, 16].

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É evidente que se eu distribuir apenas alimentos terrenos, talvez eu consiga encher o estômago do pobre homem, mas vou deixar seu coração e alma vazios. Se eu pensar apenas na dimensão horizontal negligenciando a vertical, risco de criar paraísos artificiais perigosos que encontram em algumas ideias sociais - pensamos em renda de cidadania - a pretensão demagógica de resolver bem todos os problemas e de agradar a todos.

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"Ficar ocupado" [cf.. GV 6, 27] diz Jesus, mas para isso é preciso sair em missão com sua autoridade, seguindo o exemplo daqueles setenta e dois discípulos que, investido com todo o poder, eles voltaram para casa cheios de alegria [cf.. LC 10, 17] tendo notado em primeira mão que quando a revelação de Cristo chega aos mais pobres e menos [cf.. LC 10, 21] o Reino dos Céus é estabelecido com poder. «Ocupe-se», repete Jesus, mas só depois de ter feito uma escolha decisiva e privilegiada que dá a Cristo o primado sobre a nossa vida. Jesus é o ponto de ruptura entre a verdade de Deus e a ilusão da verdade do mundo e quem não conhece e reconhece esta verdade está fadado ao escândalo, para confusão, escapar mesmo dentro das comunidades de crentes em que se pode estar sozinho e apenas seguindo as exigências que Cristo dita.

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Por isso, parece urgente e necessário refletir como Igreja sobre aquela questão que Cristo coloca aos seus discípulos e operar um sereno discernimento. «Você também quer sair?» [Ver. GV 6, 67], pergunta que soa como um aviso para a obediência da fé que não pode encontrar substitutos ou substitutos em outras pessoas ou ideais.

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Quantos cristãos batizados hoje têm o pensamento de Cristo e da Igreja e professar obediência filial? Alguns, na verdade muito poucos. Padres sindicalistas estão na moda, psicólogos e assistentes sociais. eu cardeais eletricistas e LGBT amigáveis, leigos interessados ​​em reivindicações sociais, grupos eclesiais com cartões de festa, aqueles que lutam nas redes sociais pelo amor livre e tolerante, para a eutanásia mais humana e libertadora. Aqueles que ainda, após a queda do Muro de Berlim, órfãos de Sol do futuro, voltaram para o lar católico pela janela e agora estão sendo apontados como cristãos adultos e professores. Afinal, há quem em nome da tradição, forte da Missa de todos os tempos e da Latim, adornado com véus de renda, rendas e rendas também estariam dispostas a demitir um Papa em nome de sua fidelidade à Igreja. Resumidamente, uma situação difícil de gerir que muitos párocos conhecem, mas que não conseguem contrastar e recuperar porque o Dia de Vaffa não é apenas a prerrogativa de quadrados de grelha mas também daqueles católicos que pela primeira vez enviam o sacerdote àquele país, culpado de ter tentado anunciar a dura palavra de Cristo que recusa compromissos e impõe uma escolha.

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É triste dizer que esse tipo de católico nunca dará lugar a Cristo e sua Igreja porque não podem professar as palavras do bem-aventurado apóstolo Pedro «Senhor, para quem iremos nós? Tu tens palavras de vida eterna e nós cremos e sabemos que tu és o Santo de Deus " [Ver. GV 6, 68-69]. Muito melhor seria para eles reconhecer o bater do coração e ir lá, onde isso os leva, deixar a Igreja e o Evangelho em ordem em favor daqueles que realmente desejam conhecer e crer em Jesus, mas que são impedidos de fazê-lo por essas figuras tristes.

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De fato, se como cristãos o princípio de discernimento não é Cristo mas o princípio parlamentar da maioria nunca estabelecerá o Reino dos Céus. Se as exigências do mundo são mais atraentes do que as do Evangelho, o valor da obediência e da fé nunca será compreendido. E, no entanto, se a palavra do Magistério é decididamente menos influente do que a de vários Ferragnez, Saviano, Fazio, Zan e os vários gurus que aparecem diante de nós todos os dias é vã a esperança de esperar um leigo sério que saiba entrar nas dobras do mundo anunciando a novidade da Palavra..

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Laconi, 28 agosto 2021

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O sussurro das virgens difamadas que se esquivam do mosquito e engolem o camelo. O rabino israelense Rasson Arousi acusa o Sumo Pontífice de ter proferido sentenças depreciativas na Torá

- Notícias da Igreja -

O ASSOBIO DAS VIRGENS VILIPESAS ESCANEANDO O MOSCERINO E ENGOLINDO O CAMELO. O COELHO ISRAELITA RASSON AROUSI ACUSA O SUMO PONTO DE TER DITO FRASES DE DESPREZO NO TORÁ

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Esta nota educada de protesto pelo rabino Rasson Arousi nos leva de volta aos tempos e situações em que Cristo Deus trovejou: "Guias cegos, que coe um mosquito e engolir um camelo!» (MT 23, 24). Enquanto nos textos talmúdicos o “sagrado” direito de indignar Jesus Cristo das piores maneiras, a Virgem Maria e o Cristianismo.

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l'opera em Ariel S. Levi di Gualdo, Ervas Amare – O século do sionismo, 1ª edição Roma 2006, reimprimir Roma 2021 pelo Edições A ilha de Patmos

Em certas questões Eu escrevi um ensaio completo em 2006 que me envolveu por cinco anos de pesquisa meticulosa e aprofundada. me refiro ao meu livro Ervas Amare - O século do sionismo, publicado em reimpressão de Edições A ilha de Patmos No 2021.

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Chegamos à realidade: algumas autoridades religiosas judaicas do estado divino e celestial de Israel reclamaram que o Sumo Pontífice, em meditação durante a audiência de 11 de agosto, ele teria expressado um convite para superar a lei judaica, considerando-a obsoleta. É uma interpretação ousada das virgens vilipendiadas que quase tem o sabor do julgamento das intenções.

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O comitê virginal judaico escreveu ao Cardeal Kurt Koch, presidente do Pontifício Conselho para a Unidade dos Cristãos e chefe da Comissão para as Relações Religiosas com o Judaísmo. Em sua carta, Rabino Rasson Arousi, Presidente da Comissão do Grande Rabinato de Israel para o Diálogo com a Comissão Católica encarregada do diálogo com o Judaísmo, manifesta preocupação pelas palavras do Sumo Pontífice, que, segundo ele, teria apresentado a fé cristã como uma superação Torá, alegando que este último "não dá mais vida, e isso implica que a prática religiosa judaica na era atual é obsoleta ".

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O que o Sumo Pontífice realmente expressou? Na verdade seria “culpado” ter comentado nestes termos a Carta aos Gálatas do Beato Apóstolo Paulo:

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«[…] o Apóstolo explica aos Gálatas que, em realtà, a Aliança com Deus e a Lei Mosaica não estão indissoluvelmente ligadas e a Lei não é a base da Aliança porque veio depois, era necessário e certo, mas primeiro havia a promessa, a aliança. Aqueles que afirmam que a Lei mosaica é parte constitutiva da Aliança estão fora de questão. Não, a Aliança é a primeira, é o chamado a Abraão. A Torá, A lei em vigor, não está incluído na promessa feita a Abraão. No entanto, não se deve pensar que São Paulo era contrário à Lei mosaica. Não, ele a observou. Repetidamente, em suas cartas, defende sua origem divina e argumenta que ela tem um papel muito específico na história da salvação. A Lei, porém, não dá vida, não oferece o cumprimento da promessa, porque não está em condições de fazê-lo. É um caminho que te leva adiante em direção a um encontro" [Texto completo da catequese].

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Se nas palavras desta exegese impecável as virgens se sentiram violadas, é só porque eles não conhecem os Santos Evangelhos e não pretendem conhecê-los e estudá-los, basta usá-los no deles yeshivot ortodoxo (escolas rabínicas) dirigir todo tipo de insolência ao cristianismo e aquele grande Desgraçado (mamazer, bastardo) de Jesus de Nazaré, nascido de uma prostituta que se divertia com um soldado romano. Porque é isso que as virgens vilipendiadas ensinam nas escolas rabínicas de rígida ortodoxia, especialmente nas comunidades de Cassidim (cf.. Kallah, 1b-18b, Sinédrio 67uma, Chagigah 4b, Beth Jacobh, fol 127, Sinédrio 103uma, Sinédrio 107b.).

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Como explico no meu ensaio, judaísmo, venha l'Islam, não são fenômenos unitários, mas extremamente fragmentados, formadas por comunidades e escolas de pensamento em constante luta umas com as outras. Basta dizer que algumas comunidades ortodoxas não consomem os alimentos declarados kosher (kasher, permitido, puri) por rabinos ortodoxos de outras comunidades, ou a carne de animais abatidos de acordo com abate (Shecitah) o abate de animais cuja carne é permitida.

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Quando certos solos românticos da Santa Sé eles me disseram "falamos com o judaísmo". Para todas as respostas que eu sempre perguntei: «Com qual dos muitos judaísmos do mundo você acha que teve um diálogo? Porque vão desde os ortodoxos divididos em seitas até os ultraortodoxos ainda mais divididos dentro deles; de comunidades conservadoras a reformadas, pelos judeus liberal aos judeus ultraliberal que têm rabinos lésbicas que se casam com casais gays. assim, com qual judaísmo você acha que teve um diálogo?». Porque esse é o ponto: alguns católicos, especialmente clérigos e biblistas honorários, agora bêbado com diálogos não especificados, pronto para dialogar com tudo menos o que é católico, eles sempre esqueceram que o judaísmo não tem uma autoridade central e uma interpretação unívoca do Torá ele nasceu em Talmude.

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Tendo esclarecido tudo, logo se diz: os jornais que hoje manchete que o mundo judaico levantou um protesto, talvez eles pensem que papado judeu baseado no estado divino e celestial de Israel fez sua voz ser ouvida? Na verdade, apenas a voz de um rabino que representa sua própria seita foi levantada, parte da galáxia variada do mundo judaico fragmentado e contencioso. Você quer a prova de tudo isso, ligada precisamente ao divino e celestial Estado de Israel? Logo disse: existem seitas judaicas principalmente ligadas à ortodoxia mais rígida que este estado não reconhece, mas eles consideram seu fundamento como uma blasfêmia genuína. Entre vários desses grupos cassídicos conhecidos como haredim, os mais ávidos são os Neturei Karta (Mapa Neturei), que vivendo dentro dela e se beneficiando de todas as prebendas que a legislação desse país reconhece para fins religiosos, incluindo isenção do serviço militar obrigatório, eles não reconhecem de forma alguma sua legitimidade e existência.

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Esperemos que o Cardeal Kurt Koch não saia, em resposta, com uma mensagem de desculpas, porque se ele fizesse isso ofenderia os católicos, por isso nós presbíteros e eruditos que dedicamos nossa existência a estudar para instruir, formar e iluminar o Povo de Deus cada vez mais em desordem.

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A nota educada de protesto pelo rabino Rasson Arousi nos leva de volta aos tempos e situações em que Cristo Deus trovejou:

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"Guias cegos, que coe um mosquito e engolir um camelo!» (MT 23, 24).

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Agora vamos tentar mencionar alguns camelos, Por que, à parte de Jesus Cristo apresentado no libelo do Toledot Yeshu como um bastardo nascido do ato impuro de uma prostituta, a figura de nosso Divino Redentor é difamada de várias maneiras em várias passagens do Talmud Babilônico, com as virgens vilipendiadas que certas páginas lhe ensinam nas escolas rabínicas ortodoxas em desrespeito ao cristianismo. Mas há mais: depois disso, nos séculos passados, Talmude foi incendiado várias vezes por alguns de seus conteúdos blasfemos, os rabinos expurgaram certas expressões em edições posteriores, tornando-as vagas e adiando explicações detalhadas para o ensinamento dado verbalmente. Pouco depois do nascimento do estado divino e celestial de Israel, essas expressões blasfemas foram todas restauradas à sua forma original e ainda hoje são uma fonte de ensino e transmissão pelas principais escolas da ortodoxia judaica. Sobre isso, Rabi Rasson Arousi não tem nada a nos dizer e explicar, enquanto ele está decidido a gemer pelo ultraje da virgindade?

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As virgens romanas vilipendiadas - para mudar para outro camelo, tudo nosso, nostrano - que entre o final dos anos 1990 e início dos anos 2000 dirigiu o mensal hebraico Kshlom da Comunidade Judaica de Roma, massacraram metodicamente e continuaram ao longo do tempo a figura do Sumo Pontífice Pio XII (cf.. Ervas Amare - O século do sionismo, cit. página. 279-365), publicando e divulgando falsos historiadores tão grotescos que vários historiadores judeus de clara fama e reputação científica intervieram de várias partes do mundo, distanciar-nos de certas notícias nascidas de pura e humorística invenção, ou melhor: por ódio flagrante ao cristianismo. Na Italia, entre os vários judeus que intervieram para defender a figura de Pio XII, basta mencionar Paolo Mieli, que sem hesitação declarou: "Eu não conto meus mortos para uma pessoa inocente" (cf.. «Em defesa de Pio XII – As razões para a história ", O Osservatore Romano, edição de 14 junho 2009).

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Vamos passar para outro camelo dado à luz e depois engolido pelas virgens vilipendiadas: No 2007, SE. Mons. Antonio Franco, Núncio Apostólico no Estado de Israel, anunciou em um comunicado oficial que "não participaria de uma celebração no dia Shoah no Museu Yad Vashem onde há uma foto de Pio XII com uma legenda que o coloca entre os principais chefes de estado racistas" (Ver. Ervas Amare - O século do sionismo, cit. página. 359).

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Em conclusão, afirmo, na ciência e na consciência, que o rabino Rasson Arousi é simplesmente ignorante no sentido etimológico do termo, ou seja,: ignorar e, talvez, também pretende ignorar toda a literatura evangélica, ele parece tão ocupado filtrando o mosquito e engolindo o camelo. A resposta aos seus protestos risíveis está de fato contida na passagem do Santo Evangelho onde Cristo Deus afirma:

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«Não pensem que vim abolir a Lei ou os Profetas; Eu não vim para abolir, mas para cumprir" (MT 5, 17).

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É exatamente isso que o Sumo Pontífice recordou fazendo a exegese de uma epístola paulina.

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Apenas um ignorante arrogante pode escrever notas de protesto considerando-nos culpados de crer pela fé que Cristo é o Verbo de Deus encarnado no ventre da Bem-Aventurada Virgem Maria, morreu e ressuscitou ao terceiro dia, subiu ao céu e hoje está sentado à direita do Pai, que seja a nossa realização, pode ser o começo para nós, o centro e o objetivo escatológico final de todo o nosso humanismo. Nossa fé em Cristo não pode ser um insulto aos judeus melindrosos, especialmente para aqueles que em sua literatura e ensinamentos profanam o cristianismo de todas as maneiras e de todas as formas.

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Para quem quiser aprender mais esse discurso complexo me refiro ao meu trabalho Ervas Amare - O século do sionismo.

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a Ilha de Patmos, 27 agosto 2021

 

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De Gino Strada à estrada insidiosa e nebulosa de Karl Rahner sobre a teoria de “cristãos anônimos”

- notícias eclesiais -

DE GINO STRADA À ESTRADA INSIDIOSA E NEBULOSA DE KARL RAHNER SOBRE A TEORIA DOS "CRISTÃOS ANÔNIMOS"

o conceito de "cristãos anônimos" está falido e pode servir de álibi, ou seja, como um cobertor quente, mas nada mais. Eu prefiro revisar, come degno di approfondimento teologico il concetto di San Giustino del Logotipos de esperma, as sementes da verdade que também podem ser encontradas em outras religiões e culturas, mas que sempre têm sua razão de estar em Cristo e preparam para um caminho de conhecimento dele na fé.

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Autor
Ivano Liguori, ofm. Capp.

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beatificação emocional a “cadáver quente”

Capita a volte que nossos próprios leitores nos inspirem artigos por meio de suas perguntas. Isso aconteceu recentemente por meio da pergunta postada por um leitor ao artigo que dediquei à morte do Doutor Gino Strada.

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Gentili Padri.

Apesar de admitir que não conhece totalmente os acontecimentos e a história de Gino Strada, eu quero perguntar: ele não poderia fazer parte daquele grupo de "cristãos anônimos" teorizado por Karl Rahner? Disse em outros termos, a famosa passagem do Evangelho de «Eu estava com fome, e você me alimentou ". Assume quem está alimentando, da bere, etc. deve necessariamente ter fé em Cristo? Eu entendo que é um assunto complexo e controverso, no entanto, na minha humilde opinião, A intuição de Rahner sobre cristãos anônimos não deve ser totalmente rejeitada. Caso contrário, deve-se concluir que fazer o bem, faça o bem, é prerrogativa exclusiva dos crentes, mas todos nós sabemos que não é o caso. Eu conheço crentes (per lo meno, então eles se definem) todos os rosários e missas sagradas, mas totalmente desprovido de caridade fraterna. Para citar o Evangelho: "Não quem diz: homem! homem! Ele entrará no Reino dos Céus ".

Andréa

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Questa domanda me oferece a oportunidade de esclarecer o assunto ainda melhor. Em primeiro lugar, "cristianismo anônimo" é a teorização de Karl Rahner de um conceito de graça que está perigosamente próximo do relativismo. É uma crença que pode fazer você acreditar em qualquer experiência espiritual, cada sacudida de emocionalidade, qualquer ação filantrópica, cada experiência religiosa esconde uma marca do cristianismo e da salvação. Na experiência pastoral que nós, sacerdotes, vemos todos os dias, este conceito pode ser traduzido da seguinte forma:

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«Mesmo que eu não vá à missa, Eu não confesso, Eu não rezo, basta fazer um bom trabalho e não odiar ninguém para estar bem ".

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Ou, para aqueles abertamente ateus, incrédulos ou simplesmente confusos, a pergunta soa assim:

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«Eu faço mais bem do que muitos cristãos que julgam [...] não é preciso ser cristão para amar o próximo e fazer o bem [...] Eu respeito a todos, Eu tolero todo mundo, Não amo todos e sou mais cristão do que aqueles que comem wafers ".

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No cerne desta maneira de pensar existe um conceito íntimo de fé, quem ama mas sem comprometer, acredita mas sem tomar partido, atua mas sem tomar posição. No santo evangelho, em vez de, encontramos essas palavras:

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"A obra de Deus é esta: acredite naquele que ele enviou " [Ver. GV 6, 29].

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Esta é uma posição muito diferente que o leva a dar a Cristo o primado sobre toda a sua existência e reconhecê-lo como o único Salvador [Ver. Dichiarazione senhor jesus], como um começo, centro e o fim de toda a nossa humanismo, certamente nenhum entre os muitos colocados na vitrine dos deuses das várias crenças, porque Cristo é o todo, o único jeito, Verdade ea Vida [Ver. GV 14, 6]. Acreditar e aceitar a Cristo também significa agir como ele agiu como vemos no amor pelo inimigo até o dom total de sua própria pessoa. O Abençoado Apóstolo Paulo diz na Carta aos Romanos que:

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«[...] enquanto ainda éramos pecadores, Cristo morreu pelos ímpios " [Ver. RM 5,8].

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Palavras que equivalem a dizer: Cristo me amou quando eu ainda era, não amável mas ímpio, separado de Deus. A bancada de teste, è proprio questo, é o amor pelo inimigo que me leva a sacrificar minha vida. E seja claro, isso é algo que só pode ser feito sob a graça do Espírito Santo e com um coração livre e desinteressado.

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Na minha opinião, o conceito de "cristãos anônimos" é um fracasso e pode servir como um álibi, ou seja, como um cobertor quente, mas nada mais. Eu prefiro revisar, come degno di approfondimento teologico il concetto di San Giustino del Logotipos de esperma, as sementes da verdade que também podem ser encontradas em outras religiões e culturas, mas que sempre têm sua razão de estar em Cristo e preparam para um caminho de conhecimento dele na fé.

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Muito claro sobre este assunto a constituição pastoral do Concílio Vaticano II:

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«[...] a ação salvadora de Jesus Cristo, e com o Seu Espírito, se estende, para além das fronteiras visíveis da Igreja, a toda a humanidade. Parlando de Pasquale mistero, em que Cristo ainda hoje se associa maneira viver no Espírito o crente e dá a ele a esperança da ressurreição, os estados do Conselho: "Isso se aplica não só aos cristãos, mas também a todas as pessoas de boa vontade, em cujos corações a graça está ativa invisível. Para uma vez que Cristo morreu por todos, e uma vez que a vocação última do homem é de fato um, o divino, devemos acreditar que o Espírito Santo oferece a todos a possibilidade de entrar em contato, no caminho que Deus sabe, mistério pascal " [Ver. A alegria e esperança, n. 22].

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A declaração A nossa vida?, sobre religiões não-cristãs, ele diz:

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“A Igreja Católica não rejeita nada do que é verdadeiro e sagrado nessas religiões. Considera essas formas de agir e viver com respeito sincero, aqueles preceitos e aquelas doutrinas que, embora em muitos aspectos eles difiram do que acredita e propõe, no entanto, eles não raramente refletem um raio daquela verdade que ilumina todos os homens. No entanto, anuncia, e é necessário anunciar, o Cristo que está “longe, verdade e vida " [GV 14,6], em que os homens devem encontrar a plenitude da vida religiosa e em que Deus reconciliou consigo todas as coisas [Ver. 2 CR 5,18-19].

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Embora este texto seja claro, Infelizmente, dentro do mundo católico existem algumas franjas que acusam o próprio Concílio de ter "aberto ao relativismo" (!?). Para esses guardiães de uma "tradição" não especificada, seria o suficiente para lembrar o que ele escreveu, um século à frente, um Sumo Pontífice acima de qualquer suspeita possível, para ser exato, beato Pio IX:

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"Para você é bem sabido que quem invencível ignorância não sabemos nossa religião, mas eles conhecem a lei natural e seus preceitos de Deus gravados no coração de todos e estão dispostos a obedecer a Deus e levar uma vida honesta, estes com a ajuda de luz e graça divina pode alcançar a vida eterna; porque Deus, que vê, perscruta e conhece as mentes, temperamentos, pensamentos, as disposições de todos, em razão de sua suprema bondade e clemência não pode permitir que ele seja punido com a eterna punições quem não é culpado de uma falta voluntária " [Encíclica Quanto conficiamur luto, 10 agosto 1863].

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Há muito mais a acrescentar, mas sobre este assunto ele escreveu em detalhes e em profundidade o Padre Ariel S. Levi di Gualdo em um de seus Artigo de novembro 2014, onde primeiro esclarece o conceito de meios ordinários e meios extraordinários de salvação, precisamente para dissipar certa nebulosidade Rahneriana. Merece ler isso.

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Quanto ao famoso Discurso Escatológico que encontramos no capítulo de Mateus 25, consiste em três parábolas que devem ser lidas em conjunto para compreendê-las, caso contrário corre-se o risco de fazer com que o texto sagrado diga o que não quer.. A famosa passagem do julgamento [Ver. MT 25,31-46] em que aqueles que não conhecem a Deus são recompensados; Mas ainda, eles fazem obras de misericórdia. Neste caso, a referência é aos pagãos, para aqueles a quem a Revelação ainda não foi apresentada, para aqueles que seguem uma moral natural sem questionar o problema de Deus ou que o ignoram de forma inocente, porque eles não receberam o anúncio, portanto, eles não o sabem e, portanto, não o rejeitam. Casos como esses eram numerosos nos dias da Igreja Primitiva. Hoje, este discurso não pode mais ser colocado, para todos, Cristo foi anunciado e todos tiveram a oportunidade de aceitá-lo ou rejeitá-lo. Se eu aceitar, farei bom uso dos talentos recebidos que são de Deus e que servem para que eu o conheça mais e desfrute dele plenamente. [Ver. MT 25,14-30]; se eu recusar, eu gosto de virgens tolas [Ver. MT 25, 1-13] que deixou sua fé dormir e morrer não reconhecendo o momento em que o Noivo se apresentou a eles.

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Essas três parábolas historicamente se referem a três categorias de pessoas: os antigos judeus, Cristãos e pagãos. Para concluir, o bem ou o amor não é para os crentes, mas o amor heróico que dá vida, sim, caso contrário, se não fosse esse o caso, o exemplo de São Maximiliano Kolbe não faria sentido. Aquele que se sacrificou por um pai de família que naquele campo de concentração de Auschwitz devia estar rodeado por vários "cristãos anônimos" e gente boa., mas nenhum deles apareceu para salvá-lo, exceto um frade franciscano, quem agiu por Cristo, com Cristo e em Cristo. E isso fala muito sobre a diferença entre a filantropia e o grande carisma da caridade.

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Laconi, 19 agosto 2021

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Bondade filantrópica e caridade. Antes da morte de Gino Strada somos chamados a rezar, na frente de seu trabalho, em seu pensamento, deixa-nos o direito da crítica e da dúvida à sua imagem de rosto secular

- notícias eclesiais -

GOODISMO FILANTROPICO E CARIDADE. ANTES DA MORTE DE GINO STRADA, SOMOS CHAMADOS A ORAR, NA FRENTE DE SEU TRABALHO, AO SEU PENSAMENTO, EM SUA IMAGEM DE UM ROSTO DE LAY, DEIXE-NOS O DIREITO DA CRÍTICA E DA DÚVIDA

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Madre Teresa de Calcutá, sem a renda substancial de uma ONG venha Emergência - que só para o Afeganistão foi capaz de se beneficiar 60 milhões de euros em 10 anos - conseguiu trazer paz e assistência aos subúrbios da Índia. Colocando-se como uma discípula de Cristo em violentas guerras de saúde e sociais, tão assustador e perverso quanto aqueles lutados por Emergência. Porém, com uma diferença importante, que muitos católicos ainda ignoram deliberadamente, o que para o doutor Gino Strada e Emergência é filantropia secular bronzeada no centro das atenções, para a pequena freira albanesa, é o esconderijo e a heroicidade de Charis em que a graça feita pessoa é identificada com Cristo.

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Autor
Ivano Liguori, ofm. Capp.

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artigo em formato de impressão PDF

 

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O grande cantor e compositor genovês Fabrizio De André canta em uma de suas famosas peças dos anos 60:

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«Quando a morte me chama, ninguém no mundo vai notar, que um homem morreu sem falar, sem saber a verdade, que um homem morreu sem orar, fugindo do peso da piedade " [O testamento, 1966].

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A morte do Doutor Gino Strada me lembrou dessas linhas. Diante da morte, todo homem fica sozinho. Mãe, ser claramente declarado, antes da morte todo homem permanece sozinho diante de Deus, que é o único que pode decretar que o significado correto é denso para toda uma existência, sem a necessidade de ninguém se preocupar em organizar o teatro de canonização por via direta. Cirurgião e fundador da poderosa ONG Emergência, ele era o ícone do filantropo secular moderno, ateu e militante convicto [Ver. WHO]. Personagem carismático, quão controverso; amado e combatido em várias frentes e muitas vezes também por seus próprios colegas médicos que levantaram várias dúvidas sobre sua "atividade humanitária desinteressada".

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Desde a juventude ele era um esquerdista apaixonado, zeloso membro do Movimento Estudantil da Universidade Estadual de Milão em que - naqueles vilões Anos de chumbo - você não foi longe demais quando teve que reprimir um pensamento diferente daquele politicamente imposto ou teve que colocar um oponente dissidente na linha. O próprio Gad Lerner - ex Manganellatore por Lotta Continua, em seguida, passou nas colunas de jornal do dono da Casa Agnelli e seguindo a direção da Tg1 [Ver. WHO, WHO] - lembra seu amigo naqueles anos em que Strada representou:

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«[…] o melhor Milan e o melhor Sessantotto, é a demonstração de que a utopia não é ingenuidade, mas fé criativa [...] Lembro-me dele em demonstração com o capacete na cabeça diante do casaco verde do médico de guerra " [Ver. WHO].

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Nada diferente poderia ser esperado de uma corrente marxista-leninista-estalinista-maoísta como aquela frequentada pelo jovem Gino Strada nas décadas de 1960 e 1970. Até onde sabemos, o falecido cirurgião nunca negou aquele passado de radicalismo rude e briguento, na verdade, haveria razões para acreditar que sua semelhança com a guerra e tenacidade filantrópica, juntamente com uma conhecida violência verbal que ocasionalmente se manifestava para seus oponentes, nasceu naquele período, embora depois tenha havido a conversão que deesquimó levou-o às pombas brancas, para bandeiras multicoloridas, respeito pelos outros e o ramo de oliveira ultralimpo [você vê WHO, WHO].

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Sua morte gerou um coro de louvor exagerado que dificilmente encontramos para outros filantropos, especialmente de uma certa franja do mundo católico que na pessoa do seráfico Fra Enzo Fortunato só pode elogiá-lo [Ver. WHO] e que com Don Vitaliano Della Sala só pode ser comovido por sua memória propondo-o como é o começo da fé para os incrédulos e para aqueles que desejam descobrir Deus [Ver. WHO]. Em vez de Paz de cristo, conhecida associação de católicos nascidos e falecidos de esquerda, Gino Strada é um pacificador [Ver. WHO].

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Por caridade, todas as opiniões são legítimas e pensamentos dignos de serem expressos, ainda queridos leitores, eu não sei sobre você, mas para mim toda a questão não é convincente. E não é convincente porque esses depoimento os principais católicos não expressaram uma palavra às declarações de algum tempo atrás em “lados escuros” e em “áreas sombreadas” do qual ela era ilegalmente suspeita, se não acusou abertamente Madre Teresa de Calcutá [Ver. WHO, WHO] que - pode-me permitir o trocadilho - indubitavelmente foi mais longe do que Strada no caminho das obras humanitárias e de caridade, tanto que conseguiu 1979 o Prêmio Nobel da Paz que agora eles gostariam de dar postumamente ao médico de Emergência [Ver. WHO]. Infelizmente, Madre Teresa teve a imperdoável falha de ter sido uma freira católica, inimigo declarado do pecado e do ateísmo secular, bem como todos aqueles burros de carga caros à esquerda moderna que, por um lado, fala de paz, por outro, a tira com o patrocínio do aborto., da eutanásia e da dissolução meticulosa da instituição familiar natural.

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mãe Teresa, sem a renda substancial de uma ONG venha Emergência - que só para o Afeganistão foi capaz de se beneficiar 60 milhões de euros em 10 anos [Ver. WHO] - conseguiu trazer paz e assistência aos subúrbios da Índia. Colocando-se como uma discípula de Cristo em violentas guerras de saúde e sociais, tão assustador e perverso quanto aqueles lutados por Emergência. Porém, com uma diferença importante, que muitos católicos ainda ignoram deliberadamente, o que para o doutor Gino Strada ed Emergência é filantropia secular bronzeada no centro das atenções, para a pequena freira albanesa, é o esconderijo e a heroicidade de Charis em que a graça feita pessoa é identificada com Cristo, Pão eucarístico que as Irmãs da Caridade adoram diariamente e por muito tempo antes de se aproximarem dos pobres., doente e marginalizado. Esta é a diferença fundamental entre a Igreja e o Centro Social, entre a caridade e a filantropia, entre Ágape e Filia.

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O testamento que o Dr. Gino Strada deixar o mundo é polêmico e o fardo do cristão escapa Pietas, como diria De André e, embora muitos tentem fazê-lo cair nas fileiras dos grandes italianos para ser elogiado e idolatrado - como foi feito para a propagadora do direito ao aborto e à eutanásia Emma Bonino [Ver. WHO] - sabemos que as coisas são diferentes e nos reservamos o direito de discordar. sim, deixe-nos dizer o que não gostamos, deixe-nos expressar nossas preocupações, mesmo diante dos elogios do Dr. Gino Strada, nos permitem fazer nosso próprio cerimonial de luto austro-húngaro, pronunciando um solene "eu não culpo- Eu não o conheço - na frente daquele caixão, para que a fragilidade que abre a possibilidade de redenção mesmo no último instante de vida seja reconhecida.

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Obviamente, os defensores mais ferrenhos da correção e respeito curto eles argumentarão que não é mais o caso de reclamar trazendo os esqueletos do passado de um falecido. Esqueletos que, vamos encarar, agora não encontramos mais nem dentro dos guarda-roupas porque eles são lindamente exibidos em expositores e mostrados a todos com orgulho luciferiano. Então, a esquerda pacifista e politicamente correto por anos limpou a experiência real e, portanto, as biografias de muitos de seus personagens ídolos ...

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Tal delicadeza é sem dúvida compreensível, e é uma espécie de honra de armas para aquele que foi derrotado pela morte e que, como Jacopone da Todi adverte em uma de suas letras, põe fim a todo orgulho e ambições: «Quando t’alegri, omo d’altura, pense em enterrar». No entanto, este privilégio é prontamente negado quando eu companhia, para o qual Gino Strada sempre olhou com benevolência e inspiração, eles devem derrotar seus oponentes usuais. Em seguida, nesse caso, eles descobrem não apenas admiradores do passado daqueles a quem querem fazer pulgas, mas tornam-se intérpretes e juízes estigmatizando o pecado dos outros, assim como tantas vezes em relação à Igreja e aos sacerdotes [Ver. WHO].

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Neste caso, nenhum tempo é perdido desacreditar a sacralidade e a falta de sentido da religião cristã, trazendo à luz todo o menor erro ou escândalo comichão e concluindo com Nietzsche que Deus está indubitavelmente morto, como ele canta há mais de cinquenta anos companhia Guccini. E se for justo de Benito Mussolini é proibido dizer que, entre os incontáveis ​​desastres como um ditador, ele também fez coisas boas; dos ditadores de esquerda apenas as coisas boas permanecem. Alheios aos desastres que este pensamento causou e que são muitos e tantos para aqueles causados ​​pelo fascismo com a diferença de superioridade intelectual que os distinguiu por vários anos.

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Nós até ouvimos, ai varia programa de entrevista televisores, esquerdistas comprometeram-se a zombar de algum expoente político que manifestou certos sentimentos cristãos - sinceros ou insinceros, isso não é conhecido por nós, não ser capaz de nenhum de nós ler as consciências dos outros - porque somos culpados de ser divorciados e recasados. A menos que você declare alguns minutos depois, no resto de seus discursos, que o aborto é uma grande conquista social e a eutanásia um ato de "misericórdia", ou apoiando a legitimidade do "casamento" entre casais do mesmo sexo, todos - repito - depois de zombar do político da oposição como ... divorciado e casado novamente (!?).

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A morte do Doutor Gino Strada parece mais uma apoteose dos antigos imperadores romanos, em que não há sombra de pecado e cuja ascensão ao céu é tida como certa. Seu, o homem que fez apenas o bem: Roma falou, Porque ao longo! Seu, o homem que foi santificado por uma certa esquerda que precisa de seu próprio credo, de dogmas, liturgias e obviamente de seus próprios santos. E quem se atreveria a fazer algumas críticas, levantar dúvidas ou talvez ter uma opinião diferente é, sem dúvida, um criminoso, um inimigo da paz, uma pessoa má, entorpecido e sem coração, em suma, um verdadeiro pedaço de merda, lema usado várias vezes pelo Pai da língua italiana: «[…] Eu vi uma cabeça tão nojenta de merda», escreve em Comédia o Poeta Supremo Dante para indicar rufiões e sedutores [Ver. Inferno, 116].

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Foi o que aconteceu com o colunista da Unidade, Fabrizio Rondolino do que em um dos seus Tweet define Emergência "Uma organização política antiocidental disfarçada de hospital ambulante que deve ser isolado e boicotado" [Ver. WHO; WHO]. Certamente Rondolino não é o que hoje poderíamos definir um homem de direita ou uma baciapile; Mas ainda, ele também foi amarrado às cordas e isolado para tocar o intocável [Ver. WHO]. Nós vamos, tudo parece normal para você? Agradável. E pessoalmente quero tirar minhas dúvidas, trazer críticas, apoiar a tese deAdvogado do Diabo. E eu faço isso pelo Dr. Gino Strada não como um homem falecido a quem minhas orações vão, mas para a figura pública e a face da mídia do secularismo, para o qual o direito à crítica pode e deve ser aplicado, já que ainda vivemos em um país democrático.

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Porque um santo - mesmo quando vem do secularismo - ele é forçado a passar na prova de obras, só desta forma ele será capaz de conceder os tão esperados milagres, só assim sua credibilidade será fortalecida, caso contrário, ele será apenas um pobre mártir, como seus amigos de Bergamo costumam dizer. E então vemos esses trabalhos da cirurgiã Strada, vamos analisar suas virtudes de Emergência. Gostaria de dizer que no mundo e na Itália temos muitos médicos desconhecidos da maioria que não tiveram a mesma sorte de visibilidade e renda, mas que se mantiveram igualmente fiéis ao juramento de Hipócrates.. Médicos que encontramos salvando vidas em uma ala de hospital provincial, dentro da guerrilha das periferias existenciais modernas, com turnos extenuantes, colegas inescrupulosos e éticos, estruturas dilapidadas e inadequadas, com a saúde pública à beira da desordem. Médicos que continuam sendo médicos na Itália, sacrificar famílias e crianças e que durante suas férias se hospedem gratuitamente nas clínicas da Caritas de Roma ou nas da Ópera de São Francisco para os Pobres de Milão. Que certamente não percebem a prerrogativa de um experiente cirurgião de guerra, ie aprox 3 mil euros por mês [Ver. WHO] mas mesmo aqui as estimativas se confundem na imprecisão da receita de Emergência [Ver. WHO].

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Dificilmente você encontrará esses médicos nas boas salas da TV, sentado em almofadas macias daquele politicamente correto da companhia Fábio Fazio. Homens de jaleco branco que não têm o patrocínio de uma ONG representativa e rica por trás deles, embora contra a guerra, na verdade, ele sobrevive graças à guerra e aos infortúnios de outros. O que me lembra muito o belo e significativo filme de Alberto Sordi del 1974: Enquanto houver guerra, haverá esperança [Ver. WHO]. O doutor Gino Strada diz «não sou pacifista, Sou contra guerras ". Claro doutor, ela foi capaz de escolher sabiamente quais guerras lutar e quais guerras evitar, dentro de um padrão duplo calculado que alguém teve a bondade de detectar [Ver. WHO] e que permanece completamente desconhecido para muitos de seus colegas que, à beira do colapso, eles não têm alternativa de escolha. Ou bebe ou se afoga. Ou talvez tenhamos que concluir que para serem considerados verdadeiros médicos é necessário embarcar em um navio de ONG ou servir em um hospital de guerra.?

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Idealismo é bom até certo ponto, Eu o entendo e encorajo em um jovem de 20 anos, mas depois disso ele arrisca a ilusão de utopia que fez Vauro Senesi afirmar:

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«[...] hoje morreu um utópico convencido de que a paz é uma utopia alcançável com vontade e paixão. Um sonhador que tentou praticar sonhos morreu hoje. Hoje morreu um realista, certo de que a paz não se constrói com armas " [Ver. WHO].

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Utopia é tal porque é inatingível e quando o homem se esforça para fazer isso acontecer, desastres acontecem. Os mesmos desastres daqueles que tentam fazer Deus presumindo eliminar a pobreza com suas próprias forças., o morto, a doença, guerra e sofrimento.

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O doutor Gino Strada ajudou muitas pessoas nos territórios de guerra é verdade, mas mesmo assim seus colegas na Itália fizeram e estão fazendo, salvando mulheres e crianças do aborto, doente terminal com uma doce morte por eutanásia, pobres abandonados que não podem pagar por um especialista que pede de 200 Todos 500 euros para uma visita ou um teste de diagnóstico que não pode esperar seis meses na lista de espera para ser concluído.

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Santifiquemos também as obras de Gino Strada e Emergência desde que com ele haja também nomes e sobrenomes de muitos outros médicos desconhecidos, caso contrário, corremos o risco de propaganda e visibilidade política, é por isso que no futuro a Strada ainda será idolatrada. Ainda assim, um filantropo deve fugir dessas coisas, mas o que você quer, não há mais os filantropos do passado.

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Para aqueles que falam inadequadamente, pelo contrário, inteiramente por caridade, combinando esta palavra com um ateu declarado, indicada pelo Beato Apóstolo Paulo como a mais elevada e fundamental das virtudes teológicas [Ver. I Coríntios 13, 13], seria o suficiente para lembrar a severa advertência de Jesus Cristo:

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«[...] se você ama aqueles que amam você, que recompensa tereis? Não fazem os publicanos? E se você apenas cumprimentar seus irmãos, que fazeis? Não fazem os gentios? Portanto, seja perfeito como o seu Pai celestial é perfeito" [Ver. MT 5, 46-48].

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Isso explica a diferença substancial que corre entre o filantropo e a bondade ideológica e a caridade cristã, que está junto com fé e esperança, mas qual dos três é o mais importante. Não é uma mensagem fácil para nosso exército de confusos Cattocomunistas entender, e nós, pais de A Ilha de Patmos, no exercício do nosso trabalho apostólico, nós nunca vamos parar de nos gastar, com todas as nossas forças humanas e espirituais, para tentar deixar claro que ateus também fazem bom filantropo, ao passo que, a caridade, só os verdadeiros cristãos podem fazer isso.

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«A caridade não tem ficções: fuja do mal com horror, liguem-se ao bem " [RM 12, 9].

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Laconi, 16 agosto 2021

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