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O louvor provocativo de Jesus ao administrador desonesto

21 Setembro de 2025/dentro Homilética/de Pai de Ariel
Homilética dos Padres da Ilha de Patmos

Homilética dos Padres da ilha de Patmos

O PROVOCADOR LODE DE JESUS ​​AO ADMINISTRADOR DESONESTO

Quem é fiel nas pequenas coisas, Também é fiel em coisas importantes; e quem é desonesto em pequenas coisas, Também é desonesto em coisas importantes. Então, se você não foi fiel na riqueza desonesta, quem vai confiar o real? E se você não foi fiel à riqueza dos outros, quem vai te dar o seu?

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Autor
Ariel S. Levi di Gualdo

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artigo em formato de impressão PDF

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Queridos irmãos e irmãs,

o Evangelho deste XXXV Domingo do Tempo Comum oferece-nos a parábola do administrador infiel. Uma história que, à primeira vista, parece cheio de contradições: um administrador, que ele deveria ter agido com justiça, ele é elogiado por seu comportamento astuto e desonesto.

Como podemos conciliar esse elogio com o ensino cristão sobre justiça e honestidade? Aqui está o texto:

"Naquela época, Jesus disse aos discípulos: um homem rico tinha um gerente, e ele foi acusado diante dele de desperdiçar seus bens. Ele ligou para ele e disse a ele: “O que eu ouço sobre você? Prestar contas de sua administração, porque você não será mais capaz de gerenciar". O administrador disse para si mesmo: “O que vou fazer, agora que meu mestre tira de mim a administração? Capinar, Eu não tenho forças; implorar, estou com vergonha. Eu sei o que farei porque, quando eu tiver sido afastado da administração, há alguém que me receberá em sua casa". Chamou um por um os devedores do seu senhor e contou ao primeiro: “Quanto você deve ao meu mestre?”. Ele respondeu: “Cem barris de petróleo”. Ele disse a ele: “Pegue seu recibo, sente-se agora e escreva cinquenta”. Então ele disse para outro: “Quanto você deve?”. Respondidas: “Cem medidas de trigo”. Ele disse a ele: “Pegue seu recibo e escreva oitenta”. O mestre elogiou aquele administrador desonesto, porque ele agiu astutamente. As crianças deste mundo, na verdade, eles são mais astutos com seus pares do que os filhos da luz. Nós vamos, Te digo: fazer amigos para vós com a riqueza desonesta, Por que, quando ele falhar, que eles possam recebê-lo em lares eternos. Quem é fiel nas pequenas coisas, Também é fiel em coisas importantes; e quem é desonesto em pequenas coisas, Também é desonesto em coisas importantes. Então, se você não foi fiel na riqueza desonesta, quem vai confiar o real? E se você não foi fiel à riqueza dos outros, quem vai te dar o seu? Nenhum servo pode servir a dois senhores, porque ou ele vai odiar um e amar o outro, ou ele vai gostar de um e desprezar o outro. Você não pode servir a Deus e à riqueza.". (LC 16, 1-13).

Este administrador, que ele deveria agir com justiça e lealdade para com seu mestre, ele acaba sendo elogiado justamente por seu comportamento astuto e desonesto. Como podemos conciliar este louvor com a virtude cristã da honestidade e da justiça?? Se o Evangelho nos convida a “prestar contas” das nossas ações e a viver na justiça (MT 12,36), como podemos ler, mas acima de tudo explique que o comportamento desonesto do administrador ocorre, de uma maneira, apreciado e até elogiado? A resposta está na natureza da sabedoria que Jesus pretende comunicar. A parábola, na verdade, não glorifica a própria desonestidade, mas a capacidade de olhar para o futuro e fazer escolhas sábias, mesmo que realizado num contexto falacioso. Quem é fiel nas pequenas coisas, Também é fiel em coisas importantes; e quem é desonesto em pequenas coisas, Também é desonesto em coisas importantes. Então, se você não foi fiel na riqueza desonesta, quem vai confiar o real? E se você não foi fiel à riqueza dos outros, quem vai te dar o seu?

Jesus nos ensina “onde está o seu tesouro, seu coração também estará lá" (MT 6,21), assim, não é o comportamento ilícito que é elogiado, mas a consciência de que devemos viver com sabedoria e responsabilidade, administrando não apenas bens terrenos, mas acima de tudo os espirituais, com a intenção de construir um tesouro que não se desvanece. Como nos lembra o salmista:

“O ímpio pede emprestado e não paga, mas o justo é misericordioso e generoso" (Vontade 37,21).

Aqui vemos o contraste entre os infiéis e os justos é também uma comparação entre duas visões de vida completamente diferentes: alguém egoísta e desonesto, o outro caridoso e justo, orientado para o bem comum.

O que Jesus quer nos ensinar através desta parábola complexa que não é fácil de entender, pelo menos na primeira escuta, em que falamos sobre “riqueza desonesta” e sabedoria nas ações diárias? Para compreendê-lo, é necessário primeiro esclarecer que o Administrador Infiel é a imagem plástica de uma figura deliberadamente ambígua sobre quem recai a acusação de esbanjamento dos bens do seu senhor.. Quando o chefe o demite, ele se encontra em uma situação desesperadora: ele não tem condições de fazer trabalho manual e não pretende acabar mendigando. Ele decide, portanto, reduzir as dívidas dos credores de seu senhor para criar amizades úteis que possam garantir seu futuro quando ele não estiver mais empregado.. Comportamento moralmente questionável, o do Administrador, que, no entanto, Jesus não condena, pelo menos de uma forma clara e aberta. O mesmo Mestre, embora prejudicado por sua desonestidade, ele o elogia pela astúcia e presteza com que demonstrou sua capacidade de pensar o futuro.

A reação de admiração do Mestre, estranho por si só e também injusto, constitui o ponto central da parábola: Jesus não aprova a desonestidade, mas reconhece a sabedoria em agir com visão e presteza de espírito. Não glorifica o comportamento ilícito do administrador, mas nos convida a refletir sobre a nossa atitude perante os recursos que Deus nos confiou, tanto material quanto espiritual. Para nos guiar a uma correta compreensão da passagem, São João Crisóstomo destaca que «este louvor não é pela desonestidade, mas pela presteza com que o administrador utilizou o que tinha em vista do futuro" (Comentário sobre Lucas, Homilia 114,5). Portanto, é a sua capacidade de olhar para frente e agir com sabedoria que é apreciada, mesmo que isso ocorra em um contexto moralmente ambíguo, não é sua desonestidade.

A parábola nos ensina que, quão inteligente o administrador era na preparação para um futuro material, por isso também nós devemos ser sábios e clarividentes em relação ao nosso futuro projetado para o eterno. A sabedoria de que Jesus fala não tem a ver com astúcia material, mas o espiritual: devemos aprender a usar os recursos que Deus nos deu, não para fins egoístas ou temporários, mas para construir o nosso caminho em direção ao seu reino que não terá fim, como dizemos em nossa profissão de fé. O complexo tema da riqueza espiritual é também retomado pelo santo bispo e doutor Agostinho, onde afirma:

"Então, o que significa acumular tesouros no céu? Nada mais é do que amor pelos outros. De fato, o único tesouro celestial é a caridade, que santifica os homens" (Do discurso do Senhor na montanha, Em conversa 19,3).

As riquezas celestiais de que Jesus fala é aquilo que se acumula através do amor desinteressado para com os outros e da caridade que transforma a vida através sequela Christi da Palavra de Deus feita homem que está ausente, Verdade ea Vida (cf.. GV 14,6).

Uma das declarações mais provocativas de Jesus nesta passagem é que “os filhos deste mundo são mais astutos que os filhos da luz”. Jesus não nos convida a imitar a astúcia das crianças deste mundo, mas aprender deles previsão e determinação. Devemos ser igualmente cuidadosos e clarividentes em nossa jornada espiritual, orientando nossas ações para o bem eterno. O Santo Bispo e Doutor Cirilo de Alexandria explica:

«Jesus não nos convida a ser astutos como as crianças deste mundo, mas estar vigilantes e previdentes no cuidado de nossa alma, assim como eles cuidam de seus próprios assuntos" (Comentário ao Evangelho de Lucas, 10, 33).

A sabedoria de que Jesus fala não se trata de astúcia para ganhos mundanos, mas sabedoria espiritual, aquele que nos leva a usar nosso tempo e recursos não para fins egoístas, mas para construir o Reino de Deus, que não tem fim. É uma sabedoria que olha além do temporário, projetando-nos para a eternidade. O Santo Evangelho nos lembra que não somos donos daquilo que possuímos: somos apenas administradores. «Preste contas da sua administração», diz o mestre ao administrador infiel. Isso nos faz pensar: como estamos gerenciando nossas vidas, nossos recursos? E aqui está fechado, incidentalmente, uma referência implícita à narrativa contida na Parábola dos Talentos (cf.. MT 25, 14-30), pois na verdade o administrador tem a tarefa de contabilizar os bens de seu senhor, nós também somos chamados a prestar contas de como administramos os dons que Deus nos deu: não apenas riqueza material, mas também a nossa vida, nossas capacidades, nosso amor. É uma administração que, se vivido fielmente, nos levará à salvação.

Num contexto de aparente desonestidade e astúcia, de modo a tornar esta passagem quase incompreensível, a frase do evangelista Lucas «Aquele que é fiel nas pequenas coisas, ele é fiel até nos grandes" (LC 16,10) torna-se claro depois de ter sido compreendido e esclarecido. Esses dois elementos são usados ​​como paradigma, o santo bispo e doutor Basílio Magno esclarece isto sublinhando como cada pequeno ato de justiça é um passo rumo à grande fidelidade que somos chamados a viver:

«Se você não é fiel nas pequenas coisas, como você pode ser fiel em bons momentos? A administração daquilo que nos foi dado por Deus é uma prova de fidelidade ao seu amor e à sua vontade”. (Do Espírito Santo, Par. 30).

Quando Jesus fala sobre “riqueza desonesta” (em grego: dinheiro da injustiça), o termo “desonestidade” não se refere simplesmente à própria riqueza, mas destaca a natureza enganosa e corrupta desta riqueza, que pode facilmente se tornar alvo de ações desonestas ou egoístas. Fortuna, na sua forma mais comum, está facilmente ligado ao acúmulo de bens materiais e terrenos, que pode distrair o coração humano do verdadeiro propósito da vida: a busca pelo bem eterno.

Jesus não está elogiando a riqueza em si, mas nos adverte contra o uso distorcido e idólatra dos bens materiais, o que pode facilmente nos levar a negligenciar a busca do bem eterno. A palavra "desonesto" (em grego, injustiça, Adikia) refere-se à riqueza adquirida através de meios injustos, mas também, de modo mais geral, àquela riqueza que, se não for bem administrado, tende a separar o homem do verdadeiro propósito de sua vida, que é Deus. De fato, como afirma São Gregório Magno, a riqueza é muitas vezes um "falso bem", capaz de enganar a alma humana e afastá-la da virtude (cf.. Moral em Jó).

Quando Jesus diz «Faça amizade com riquezas desonestas», ele não quer dizer que devemos usar a riqueza de forma desonesta, nem nos convida a fazer da riqueza o objeto do nosso amor. Em vez disso, ele nos exorta a usar os bens temporais com sabedoria e generosidade., para criar amizades, e mais amplamente, de caridade. Who, a ideia central, é que devemos administrar os bens materiais com vistas ao bem eterno, porque a riqueza que acumulamos nesta vida não é um fim em si, mas um meio que pode ser usado para fazer o bem e preparar a vida futura.

São João Crisóstomo em seu Comentário sobre Lucas, observa que o elogio não visa o comportamento desonesto do administrador, mas à sua capacidade de usar o que tinha para seu próprio bem futuro (cf.. Homilia 114,5). Da mesma forma, Jesus, ele nos convida a usar os bens materiais com uma visão espiritual, isto é, construir relações de justiça e de caridade que nos acompanhem rumo à eternidade; como se Jesus nos convidasse a usar a riqueza e não acumular para nós mesmos, mas para ajudar os outros, fazer o bem, preparar-se para o Reino de Deus.

A riqueza pode ser o meio para um fim maior, o da salvação, se usarmos isso para aliviar o sofrimento dos outros, para ajudar quem precisa, para construir uma amizade que transcende o tempo. São Cipriano de Cartago nos ensina que «Quem dá o que tem neste mundo recebe para si uma recompensa eterna» (No trabalho e na esmola, 14), sublinhando que o uso correto dos bens materiais é uma forma de “acumular tesouros” no céu, onde “nem a foice nem a ferrugem podem corrompê-los” (MT 6,19-20). Quando Jesus fala de “moradas eternas” (LC 16,9) nos convida a refletir sobre o que construiremos ao longo de nossas vidas. A verdadeira riqueza não é o que se acumula nesta terra, mas aquele que se baseia no amor a Deus e ao próximo, que transcende o tempo e permanece por toda a eternidade. A morada eterna é o nosso coração preparado para receber Deus, que encontra o seu lugar no Reino dos Céus, onde o tesouro que construímos com caridade e fé será a nossa alegre recompensa.

Esta reflexão nos leva a compreender que a riqueza pode se tornar um instrumento de salvação se usada corretamente, até que se torne um meio de acumular “tesouros no céu” (MT 6,20), num investimento espiritual que permanece além do tempo e do espaço.

A mensagem final de Jesus na parábola é que a «riqueza desonesta» pode, portanto, tornar-se, paradoxalmente, uma oportunidade de acumular bens eternos. Isto não é uma bênção de riqueza por si só, muito menos, como explicado, uma bênção da desonestidade, mas do convite para usá-lo com sabedoria e generosidade:

«Aquele que usa a riqueza com justiça, acumular para si um tesouro que nunca será roubado" (Santo Agostinho, Do discurso do Senhor na montanha, 19,4).

O uso de recursos terrestres, se orientado para a caridade e o bem comum, torna-se um meio para crescer na graça de Deus e se preparar para entrar no Reino dos Céus. Este conceito perpassa o ensino de Jesus nas parábolas do Bom Samaritano (LC 10,25-37) e o julgamento final (MT 25,31-46), onde o amor ao próximo e o uso correto dos recursos constituem os critérios para ser acolhido no Reino de Deus:

«a verdadeira riqueza é aquela que não podemos reter na terra, mas quem nos seguirá para a vida eterna, onde a caridade é o tesouro que nunca perece" (Santo Agostinho, Do discurso do Senhor na montanha, 2,4).

Esta complexa parábola do administrador infiel convida-nos a refletir sobre como gerimos os nossos bens e recursos, os talentos que Deus nos deu, nos perguntando se estamos dispostos a viver com sabedoria, não só em relação às coisas materiais, mas sobretudo na nossa vida espiritual. Estamos acumulando tesouros no céu, usando o que Deus nos deu para ajudar os outros, fazer o bem, para construir nosso futuro eterno? Porque esta é a verdadeira astúcia que Jesus, com esta história provocativa, nos convida a seguir, ao mesmo tempo, dando-nos um aviso preciso:

"Entrai pela porta estreita, para a largura da porta e amplo o caminho que leva à destruição, e há muitos que entram nele. Quão estreita é a porta e estreito o caminho que leva à vida, e poucos são aqueles que o encontram!» (MT 7, 13-14).

É o preço que você paga pela verdadeira riqueza, o eterno, que vem do céu e que nos leva ao céu para a bem-aventurança eterna dAquele que para nossa salvação desceu do céu e se tornou homem, mas que não cai de jeito nenhum e gosta de nada do céu.

Da ilha de Patmos, 21 setembro 2025

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